De acordo com um estudo da Economist Intelligence Unit (EIU) realizado em parceria com a Microsoft, a maioria dos líderes empresariais consideram a preparação digital como a chave para sua capacidade de adaptação. A mudança maciça para o trabalho remoto também resultou em um maior foco no engajamento dos funcionários.
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Os pesquisadores ligaram os pontos entre a maturidade digital das organizações e sua capacidade de resistir à ruptura, e encontraram uma correlação: quanto mais as empresas estavam focadas na transformação digital, mais rápido conseguiram recuperar as operações e capacitar as pessoas para seguir em frente.
O estudo mostrou um foco renovado de todos os setores em engajar e conectar as pessoas umas às outras, ao seu trabalho e a um senso de propósito compartilhado. A porcentagem de todos os entrevistados que mencionaram o engajamento dos funcionários como um imperativo da tecnologia aumentou de 24% antes da pandemia para 36%, com aumento de 10 ou mais pontos percentuais em manufatura, serviços financeiros, varejo e educação.
As organizações de todos os setores aceleraram suas iniciativas de transformação e passaram a depender muito mais das ferramentas digitais. Neste ponto, a tecnologia de nuvem ficou à frente: 50% das organizações afirmaram que ela desempenhou um papel crítico em suas operações na pandemia. Em seguida, vêm as tecnologias que permitem o trabalho remoto (40%), inteligência artificial e machine learning (33%) e Internet das Coisas (31%).
O estudo abrangeu 15 países das Américas, Ásia-Pacífico e Europa, com 800 altos executivos entrevistados, 100 de cada um desses oito setores: automotivo, bens de consumo e varejo, educação, serviços financeiros, governo, saúde, manufatura e mídia e comunicações.
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