Casos de sucesso

Evento discute alinhamento de TIC com negócios

Executivos de diferentes empresas clientes, prospects e parceiras da Nec do Brasil estiveram no Terceiro Nec Business Fórum, nesta terça-feira, em São Paulo. Palestras do vice-presidente do Gartner, Cassio Dreyfuss, e do presidente do Banco Fator, Manoel Horácio, mapearam a necessidade de alinhamento da tecnologia com os interesses financeiros das organizações e as oportunidades que podem ser extraídas da crise.

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A crise econômica que nasceu nos Estados Unidos não é o final do mundo. Ao contrário, dados econômicos apontam que o mercado mundial começa a ressurgir do incêndio disseminado pela quebra do setor imobiliário norte-americano e, conseqüentemente, o sumiço do crédito ao redor do mundo. Além desta análise, Manoel Horácio, do Banco Fator, apontou vários responsáveis pela crise e reafirmou que ela não começou em 2008.

Segundo ele, a crise econômica mundial foi provocada também pelo crescimento acelerado da economia, fator motivado pelo alta produtividade das empresas, algo que tem forte participação da rápida evolução das tecnologias, e pela cultura do trimestre de Wall Street, comportamento que força as empresas a buscar desempenhos positivos em curto espaço de tempo e, pela falta de regulamentação do mercado americano, abre oportunidade para “maquiagem” dos números.

Logo em seguida, Cassio Dreyfuss, do Gartner, traçou paralelo entre o momento econômico, pontuando, em paralelo, as principais transições econômicas da história e a evolução da tecnologias. Segundo ele, as empresas agora precisam buscar eficiência e baixo custo, algo que deve forçar a adoção de serviços de tecnologia em maior escala.

Para ele, os negócios no mundo todo estão na Era da Colaboração, momento em que as empresas não operam mais isoladamente, mas em cadeia e, assim, precisam se preocupar com o desempenho interno e o com os resultados alcançados pela cadeia na qual estão inseridas.

“São poucas as empresas trabalhando neste modelo”, disse Dreyfuss, citando a indústria de aeronaves e o setor farmacêutico como exemplos. Assim, o executivo pontuou que as tecnologias de maior sucesso nos próximos cinco anos serão aquelas que estiverem voltadas à facilitação da colaboração e da integração de empresas, além dos conceitos que permitirem ganho de eficiência, agilidade e redução de custos.

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