Objetivo é integrar as ações de segurança e defesa contra ações hostis.
O modelo de trabalho do Centro de Defesa Cibernética (CDCiber), que organizou as ações de segurança nas copas das Confederações e do Mundo de Futebol, será praticamente o mesmo nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, devido aos bons resultados obtidos, revelou o Centro de Comunicação Social do Exército.
Coordenado pelo Ministério da Defesa e pela Secretaria Especial para Grandes Eventos, do Ministério da Justiça, o planejamento da segurança dos dois eventos teve também participação das Forças Armadas, da Polícia Federal e das polícias estaduais e municipais, além de agências governamentais.
De acordo o Exército, para os Jogos do Rio estão sendo feitos aperfeiçoamentos, com base nas lições aprendidas nos eventos anteriores, mas sem mudanças profundas. O objetivo é que o trabalho seja feito “estendendo capacidades, aperfeiçoando processos e implementando particularidades resultantes dos requisitos específicos dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos”.
Nos destacamentos de defesa cibernética, mais de 100 especialistas estarão trabalhando até os Jogos Olímpicos, que começam no dia cinco de agosto do ano que vem. O número sobe para cerca de 200 pessoas, se for somada a rede de instituições parceiras, que atuarão sob a coordenação-geral do CDCiber.
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O intuito é integrar as ações de segurança e defesa contra ações cibernéticas hostis, de modo a garantir que os Jogos ocorram sem problemas nessa área. Embora os incidentes de segurança tenham aumentado, em valores absolutos, a cada grande evento, o Exército destacou que “a capacidade de proteção das instituições envolvidas” também se expandiu significativamente.

