Casos de sucesso

Extreme Networks fecha acordo com a NASA

O projeto visa desenvolvimento de um padrão de conexão de alta velocidade, em 40 gb Ethernet, a ser utilizado no suporte de estudos científicos sobre as condições climáticas globais.

A Extreme Networks anunciou que está trabalhando em conjunto com o centro de pesquisa especial GSFC da NASA em iniciativas, visando o desenvolvimento de um padrão de conexão de alta velocidade – a 40 Gigabit Ethernet – a ser utilizado no suporte a estudos científicos sobre as condições climáticas globais.
 
Em uma recente conferência da NASA – o NASA Super Computing 2010, realizado em meados de novembro em Nova Orleans (EUA), a agência norte-americana apresentou uma demonstração desse modelo de redes com resultados práticos já documentados e de impacto indubitável sobre as perspectivas da pesquisa climática.
 
A obtenção desta correlação favorável de preço/performance é atribuída pela NASA ao sucesso da aplicação de equipamentos padrão de mercado da família Summit X650 da Extreme Networks, os primeiros switches na categoria de 40GbE que já estão sendo oferecidos em condições de mercado normais. Após o sucesso da experiência, este mesmo modelo de redes poderá ser adotado pelo laboratório GSFC da NASA.
 
“Nossa equipe de computação de redes hi-end (HECN), que atua no NASA Goddard Space Flight Center, espera implantar em breve os módulos de 40GBE da Extreme Networks em nosso ambiente de pesquisa. Já há algum tempo, na verdade, temos apelado para a agregação de múltiplos switches de 10GbE para atingir a performance desejada, mas realmente, é bastante preferível partir logo para os 40GbE, especialmente considerando os preços que vêm sendo anunciados pela Extreme Networks”, avalia J. Patrick Gary, gerente de produtos da equipe HECN do centro espacial da NASA.
 
De acordo com Antônio Candal, Vice-presidente da Extreme Networks para a América do Sul, o aval de entidades como a NASA para a tecnologia de 40GbBE da Extreme Networks ajuda alicerçar o conceito de que estas novas plataformas de rede são também a resposta para áreas como a de grandes Telcos; Estas necessitam de estruturas capazes de vender serviços de próxima geração a custos vantajosos, e também para grandes usuários, que estão com suas redes bem próximas do limite do capacidade de tráfego.
 
“A chegada dos 40GbE ao mercado também serve de alento para os setores que estão cada vez mais interessados em negócios ligados à computação na nuvem e que agora vêem cair mais um limite da tecnologia”, assinala Candal.
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