Casos de sucesso

Facebook vale US$50 bilhões

Com injeção de capital de US$500 milhões do banco de investimentos Goldman Sachs e do grupo russo Digital Sky Technologies, a rede social se torna um dos sites mais valiosos da web, passando o eBay, Yahoo! e Time Warner.

 

A rede social Facebook recebeu uma injeção de US$500 milhões do banco de investimentos Goldman Sachs e do grupo russo Digital Sky Technologies, valorizando a companhia em US$50 bilhões.
 
Segundo um periódico norteamericano, o Facebook já vale mais do que o eBay, Yahoo! e o Time Warner.
 
O Goldman fornceceu US$450 milhões e a Digital Sky Technologies, que já há havia investido previamente cerca de US$500 milhões no Facebook, desembolsou o resto.
 
O diário explica que o banco planeja criar um veículo especial para permitir a seus clientes de alto patrimônio a investirem na rede social.
 
Esta nova avaliação anuncia que o conselho da empresa, liderada por Mark Zuckerberg, continua preparando sua esperada entrada à Bolsa, que algumas fontes estimam ser em 2012. Além disso, o investimento do Goldman é encarado para registrar o primeiro lugar na corrida para ser o banco de escolha para colocar as altas ações.
 
A rede social se transformou em uma das empresas mais exitosas da internet. Há pouco tempo, recebeu, pela primeira vez, mais visitas em 2010 do que o próprio Google nos Estados Unidos, de acordo com a Experian Hitwise.
 
Esta nova injeção de capital permitirá ao Facebook dispor de recursos suficientes para desenvolver novos produtos, realizar aquisições ou adquirir empregados de destaque da concorrência.
 
Assim mesmo, os acionistas iniciais da rede social, entre os quais se incluem os trabalhadores da companhia, poderiam aproveitar a operação para rentabilizar sua participação no Facebook, mediante a venda de parte de suas ações.
 
Esta nova transação coincide com a abertura de uma investigação por parte da comissão do Mercado de Valores dos Estados Unidos (SEC) sobre a atividade dos mercados privados de ações para companhias de internet como o Facebook, o Twitter, o Zynga, bem como o LinkedIn, que poderiam estar sendo empregados pelas empresas para sortear os requerimentos de informação pública sobre suas contas.
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