Com desaceleração do crescimento e o envelhecimento da população, uso de vestíveis e de inteligência artificial para monitoramento de idoso ganha força; metaverso também é tendência no treinamento de médicos e outros profissionais do setor, afirma Cristiane Pimentel, do IEEE.
A desaceleração do crescimento e o envelhecimento da população, apontadas pelo Fórum Econômico Mundial e pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) devem pautar a inovação tecnológica do setor de saúde, aponta a engenheira Cristiane Pimentel, do IEEE (Instituto de Engenheiros Eletrotécnicos e Eletrónicos). Segundo ela, os wearables (vestíveis) e a inteligência artificial terão grandes aplicações na prevenção à saúde, em especial do idoso.
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“Precisamos criar um sistema de saúde mais preventivo, com mais qualidade de vida para os idosos”, diz Cristiane. Desta forma, a inteligência artificial intensifica o foco já empreendido por algumas instituições de saúde na jornada do paciente, permitindo inaugurar ações de prevenção, eliminando a emissão desnecessária de laudos de laboratório e facilitando a análise de exames laboratoriais, por exemplo. “Assim, o profissional – médicos, fisioterapeutas e outros – ficam mais focados nos cuidados ao paciente”, diz Cristiane. Os vestíveis ou wearables, segundo ela, ajudam na prevenção de algumas doenças, ao monitorar o funcionamento de alguns órgãos.
O metaverso, de acordo com Cristiane, também é tendência no treinamento de médicos e outros profissionais direta ou indiretamente envolvidos com o setor. Assista à entrevista.
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