As apps multiplataformas envolvem desenvolvimento e integração de soluções de TI para serviços bancários online.
A GFT, empresa de soluções para TI no setor financeiro, anunciou na última quinta-feira (2) que já estão disponíveis novas aplicações móveis multiplataformas da companhia, desenvolvidas em seu Núcleo de Competência em Tecnologia Móvel. A oferta envolve desenvolvimento e integração de soluções de TI para serviços bancários online.
O Brasil, atualmente, possui a infraestrutura e o potencial para se tornar um dos grandes centros de tecnologia móvel da América Latina, concentrando 183,7 milhões de usuários móveis. Segundo dados da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) de maio de 2010, o País aproxima-se de 100% de penetração no cenário de mobile banking.
Os bancos e os consumidores que já utilizavam os dispositivos móveis para se comunicarem, agora também estão adotando esses meios para realizar as transações comerciais, inclusive as financeiras. De acordo com estudo da Juniper Research, o volume financeiro transacionado por meio de dispositivos como forma de pagamento deve quadruplicar entre 2010 e 2014, saltando de US$ 170 bilhões para US$ 630 bilhões no fim deste período. A Febraban aponta uma penetração dos bancos no modelo em questão de 40% nos últimos anos.
Assim, a maioria das instituições está redesenhando seu portal de forma a oferecer aos seus clientes todas as opções de serviços via telefones celulares. Além do acesso online às ofertas dos bancos, os usuários também estão aderindo cada vez mais às tecnologias móveis para efetuar pagamentos e melhor se localizarem geograficamente para descobrir qual a agência mais próxima de onde se encontram.
O Centro de Competência em Tecnologia Móvel da GFT tem como objetivo apoiar as empresas na aderência ao novo formato de negócio, dispondo de serviços de consultoria para produtos e processos e de integração de sistemas voltados para o segmento financeiro. “Nossa proposta é proporcionar às companhias maior mobilidade às novas operações e às que já existentes, integrando-as às ferramentas corporativas”, afirma Carlos Eres, CEO da GFT na Espanha e no Brasil.
Por estarem desatreladas a um ambiente específico, as soluções podem ser executadas por meio de um dispositivo de arquitetura comum. “Como adotamos um formato padrão para os softwares, eles não dependem de profissionais especialistas para operá-los, o que facilita a implementação e reduz o tempo de desenvolvimento”, ressalta o executivo.

