
Após a aprovação do uso emergencial da Coronavac e do início da vacinação neste domingo, 17/01, o governo de São Paulo lançou um site para que pessoas que estão nos grupos alvos da vacina possam fazer um pré-cadastro para receber a primeira dose. Neste momento, os grupos alvo são profissionais da saúde, indígenas e quilombolas.
O site só vale para vacinação em São Paulo.
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O pré-cadastro não é um agendamento, “mas vai garantir um atendimento mais ráído nos locais de vacinação e evitar a formação de agloberações”, diz o governo paulista. Não é necessário fazer pré-cadastro para se vacinar – também é possível fazer o cadstro no momento da vacinação.
No caso dos profissionais de saúde, a vacina deve ser fornecida nos próprios locais de trabalho, na maior parte dos casos, diz o governo.
Já o governo federal aposta no uso do aplicativo Conecte SUS. O aplicativo está disponível desde 2019 e é utilizado pelo ministério da saúde para repassar informações sobre a pandemia.
O uso do aplicativo não é obrigatório. Aqueles que tiverem a carteirinha do SUS, carteira de vacina ou até mesmo o número do CPF poderão ser vacinados sem que haja uma conta no dispositivo.
De acordo com o governo, a adoção da ferramenta deve ser vista como uma estratégia de controle, sob a seguinte justificativa:
“Uma solução tecnológica está em desenvolvimento, por meio do Departamento de Informática do SUS (DATASUS), com o objetivo de simplificar a entrada de dados e agilizar o tempo médio de realização do registro do vacinado no SI-PNI, além de considerar aspectos de interoperabilidade com outros Sistemas de Informação e integração com a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS)”, diz o texto que defende o uso do app.
“Para isso, o profissional de saúde terá uma alternativa de busca no SI-PNI, pelo Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou Cartão Nacional de Saúde (CNS), a fim de localizar o cidadão na base de dados nacional de imunização e tão logo avançar para o ato de vacinar e de execução do registro da dose aplicada. Será realizado pré-cadastro para alguns grupos-alvo”, explica o governo.
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