Estratégias

Grupo Fitta traça estratégias para sua expansão

Cuiabá, Belo Horizonte, Natal, Rio de Janeiro e São Paulo são cidades que receberão atenção especial da companhia.

O Grupo Fitta, franchising de agências de turismo com foco em câmbio e que também atua no mercado de ouro e metais preciosos, realiza ações estratégicas para a expansão da rede no Brasil. Na busca por empreendedores, com perfil adequado ao negócio, a companhia participa de eventos do setor e promove encontros e road shows com investidores nas mais importantes cidades do País para apresentar o seu sistema de franquias.

Segundo a empresa, a fórmula utilizada pelo Grupo Fitta é exclusiva no Brasil, não existindo outra franqueadora com foco em câmbio filiada à Associação Brasileira de Franchising (ABF). “Nosso negócio tem sinergia com o mercado de turismo que, por sua vez, está passando por um dos melhores momentos da sua história”, afirma André Nunes, presidente da empresa.

Para atrair o interesse dos investidores, o Grupo Fitta desenvolve produtos e serviços que dão suporte aos franqueados para que a rede seja bem sucedida. Recentemente, foi criado o Cecorp (Centro de Educação Corporativa Fitta) para capacitar os colaboradores das franquias, com treinamentos presenciais e online.

De olho em mercados promissores, a companhia está realizando esforços para expandir sua rede nas cidades de Cuiabá, Belo Horizonte, Natal, Rio de Janeiro e São Paulo. “Essas cidades são nossas praças de interesse por serem formadoras de opinião e com alta procura por câmbio. Apesar de já termos unidades nestes locais, sentimos a necessidade de aumentar nossa presença”, explica Nunes.

Um dos grandes diferenciais para investidores optarem por uma franquia Fitta é que um terço do capital investido é estoque, ou seja, moedas em espécie. Baixo passivo trabalhista, com apenas quatro ou cinco funcionários e pequeno espaço físico da unidade – em torno de 25m² – são outros atrativos.

Outros fatores que também devem favorecer o crescimento do grupo são os grandes eventos esportivos que serão realizados no País. Com a Copa do Mundo, em 2014, e com as Olimpíadas, em 2016, os mercados de câmbio e turismo serão beneficiados com a vinda de estrangeiros e reformas na infraestrutura.  “Além destes, o número de brasileiros viajando ao exterior não para de crescer, o que também é muito positivo para o nosso segmento”, conclui o executivo.

 

 

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