Empresa acredita no boom do mercado brasileiro nos próximos anos. Já em relação ao VoIP, Quando perguntado sobre as iniciativas em VoIP, Juan Pablo Jimenez, vice-presidente do Grupo de Sistemas Pessoais da Hewlett-Packard Brasil, diz que no momento o interesse da empresa é em comunicação unificada, mas com foco em mobilidade, entretenimento e algumas aplicações IP, como videoconferência, deixando para mais tarde o sistema de telefonia pela Internet.
Uma recente pesquisa da consultoria In-Start prevê que até 2012 o segmento de comunicações unificadas deve crescer a uma taxa média de 13,7% ao ano. Corroborando com o estudo, a HP divulgou que sua área de sistemas pessoais encerrou o ano fiscal de 2007 com 72% de crescimento sobre o ano anterior, com destaque para os negócios de consumo (105%) e workstations (59%). “Os números resultam de nossos investimentos em integração, em unificação de produtos e aplicativos. Não queremos vender apenas telefones, mas verdadeiras soluções de comunicação”, explica Juan Pablo Jimenez, vice-presidente do Grupo de Sistemas Pessoais da Hewlett-Packard Brasil. Exemplos de investimento em comunicação unificada são os microfones, câmeras e auto-falantes integrados e de boa qualidade, além de bem localizados nos notebooks da marca.
Citando uma pesquisa da IDC, o executivo disse ainda que o País estará entre os dez maiores mercados de TI do mundo em 2010, o que, segundo ele, justifica os altos investimentos da multinacional no País. Quando perguntado sobre as iniciativas em VoIP, Jimenez afirmou que “no momento o interesse da HP é em comunicação unificada, mas com foco em mobilidade, entretenimento e algumas aplicações IP, como videoconferência, deixando para mais tarde o sistema de telefonia pela Internet”.
Apesar disso, o vice-presidente lembrou que a empresa tem aparelhos como o 510 – que, em outros países, já viabilizam o uso de operadoras de celular e de VoIP no mesmo equipamento. “O Brasil ainda está muito aquém dos vizinhos latinos em tecnologia por uma série de motivos, como excesso de impostos, altas taxas de juros e falta de bandas realmente largas. Mas aposto que com a criação da MP do Bem e agora com a chegada da tecnologia 3G, o País terá um boom e irá alcançar os outros países da América Latina”, completou.

