Uma arquitetura de referência, serviços de segurança móvel e parcerias estão entre as novidades para evitar ataques.
A Hewlett Packard Enterprise (HPE) anuncia uma nova ciberarquitetura de referência composta por ofertas de segurança móvel e um ecossistema de parceiros expandido. A novidade proporciona que as organizações projetem processos de segurança e gerenciamento de riscos incorporados às operações de TI. Com isso, elas conseguem lidar com o cenário atual de ameaças, enquanto proporcionam um ambiente mais seguro que permite com que as companhias atendam às demandas futuras.
Faturamento trimestral da HPE supera as estimativas de mercado
Com o surgimento da Internet das Coisas (IoT) e a rápida aceleração dos sistemas digitais e convergentes, os profissionais de segurança enfrentam o desafio de identificar riscos relacionados aos ativos de negócios essenciais sem inibir a inovação. Segundo a IDC, a avaliação de dispositivos IoT e a necessidade de mitigar riscos associados ao modelo exigem que as organizações ganhem visibilidade do tráfego de rede gerado por esses aparelhos conectados. Assim, a IDC acredita que a IoT terá papel fundamental no crescimento do segmento de segurança da informação e gerenciamento de eventos, que deverá passar de US$ 1,7 bilhão em 2014 para US$ 2,6 bilhões em 2019, à medida que as organizações buscam incorporar capacidades de proteção e análise nas implantações de tecnologias emergentes.1
“O método de segurança corporativa acoplada tradicional (bolt-on), que dá ênfase à defesa da rede e ao controle do perímetro, está mostrando ser insuficiente contra o cenário atual de ameaças que mudam radicalmente”, diz Sue Barsamian, vice-presidente sênior e gerente geral de Produtos HPE Security da Hewlett Packard Enterprise. “As organizações precisam de um roteiro de riscos e resiliência que vá além desse foco tradicional e incorpore a segurança em cada camada da pilha de TI — incluindo a infraestrutura, os aplicativos e os dados — em conjunto com capacidades abrangentes de detecção e resposta que vão conduzir a próxima geração de operações de segurança guiadas por inteligência.”

