O mercado global de saúde digital deve atingir US$ 573,5 bilhões até 2030, frente aos US$ 199,1 bilhões projetados para 2025, segundo relatório da MarketsandMarkets. O avanço, estimado em uma taxa de crescimento anual composta de 23,6%, é impulsionado pela evolução da inteligência artificial (IA), pela disseminação da conectividade 5G e pela chegada de novas tecnologias, como o 6G.
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Essas inovações viabilizam trocas de dados em tempo real entre wearables, aplicativos de saúde e sistemas de monitoramento remoto, permitindo cuidados contínuos e personalizados. Além disso, assistentes virtuais e chatbots baseados em IA estão transformando a jornada do paciente, ao automatizar tarefas como agendamento de consultas, lembretes de medicação, suporte em saúde mental e triagem de sintomas — soluções que também reduzem a sobrecarga administrativa em clínicas e hospitais.
O segmento de soluções digitais, que inclui telemedicina, aplicativos móveis e terapias digitais, deve permanecer como o principal motor do mercado. Já o monitoramento remoto desponta como caso de uso dominante, especialmente no acompanhamento de doenças crônicas, como diabetes, cardiovasculares e respiratórias, integrando sensores e análises preditivas baseadas em IA para reduzir hospitalizações e custos.
A América do Norte segue como líder em adoção, impulsionada pelo uso de dispositivos vestíveis conectados, plataformas de cuidado virtual em larga escala e investimentos em infraestrutura digital voltados à equidade no acesso à saúde.
Entre as empresas que lideram este movimento estão Medtronic, Abbott, Philips, Apple, Fitbit, Dexcom, Teladoc Health, Amwell, Oracle, Epic Systems, Noom e Headspace.
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