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Implementação de 5G promete evolução do uso de tecnologia além de conectividade

Smart Female IT Programer Working on Desktop Computer in Data Center System Control Room. Team of Young Professionals Doing Code Programming

Se tem uma área que evoluiu a passos largos em 2020 foi a tecnologia. Com um mercado cada vez mais dinâmico, o setor espera a implementação do 5G no Brasil, com expectativas altas para a integração do serviço com outros recursos e conceitos, como a Internet das Coisas (em inglês, Internet of Things [IoT]). O leilão do 5G deve ocorrer no segundo semestre deste ano, de acordo com o ministro Fábio Faria, e, segundo a previsão, estará disponível até julho de 2022 nas capitais brasileiras e no Distrito Federal.

 

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O recurso, ao contrário da visão ampla, não irá contemplar apenas o serviço de conectividade perante ao 4G. Com a implementação do sistema, espera-se melhorias a níveis federais nas áreas de telemedicina, agronegócio, automotivos, segurança pública e educação. No mesmo caminho do setor público, as empresas e os consumidores em geral também irão usufruir dos avanços contemplados no 5G em seus negócios e no dia a dia.

É neste ponto que o recurso pode impulsionar o conceito de Internet das Coisas, que vive fase de expansão e evolução tecnológica no país. Isso porque o termo refere-se à integração digital de objetos cotidianos com a internet, que, com uma velocidade maior, conseguirá ampliar a cobertura, permitindo a criação de um ecossistema integrado, projetado para otimizar certos procedimentos em empresas, como distribuição, produção e ciclo de vida de consumo do produto.

A integração dos recursos também permite que a visão sistêmica de um gestor seja maior, visto que todos os estágios do negócio – dados relativos a fabricantes, fornecedores e, em alguns casos, até clientes – podem ser integrados e analisados lado a lado. Assim, as companhias poderão otimizar e potencializar seus negócios, a partir da retenção e das análises de dados via IoT. Neste cenário, há dois mecanismos para criar a integração entre o recurso e o 5G: desenvolver uma rede própria para operação individual, ou utilizar um provedor já existente para operar a rede em conjunto.

Segundo a Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC), 76% das empresas acreditam que o recurso será relevante para os negócios nos próximos anos.

Os recursos para o cidadão

Apesar de parecer complexa, a integração entre os recursos também pode ser benéfica aos cidadãos em geral no campo da educação, com aulas à distância projetadas em televisores, smartphones ou smartwatches, da cultura, com exposições e expedições similares às reações e emoções de estar fisicamente no local, e nos momentos de pesquisas e negociações online, quando o consumidor necessita consultar o CPF e os demais dados para realizar as operações.

Além disso, outros serviços e produtos oferecidos para o consumidor podem ser integrados com os recursos, como eletrodomésticos, carros e estabelecimentos. Especialistas acreditam que, com a chegada do 5G, os próprios equipamentos se comunicarão com as marcas e centrais de manutenção quando necessário, sem que o dono precise ligar e pedir atendimento. Deste modo, as centrais de atendimento devem focar nas análises de dados e no cuidado da relação com o consumidor.

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