A Intelbras registrou receita operacional líquida de R$ 1,25 bilhão no segundo trimestre de 2025 (2T25), crescimento de 35,3% frente ao trimestre anterior e 5,1% na comparação anual. A companhia, que enfrentou impactos operacionais no 1T25 devido à migração de seu sistema de gestão (ERP), retomou as margens históricas e reportou lucro líquido de R$ 136,3 milhões, alta de 15,9% ano contra ano.
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O EBITDA chegou a R$ 154 milhões, com margem de 12,4%, refletindo a normalização da produção, recomposição de estoques e controle das despesas operacionais. A geração de caixa operacional atingiu R$ 225,5 milhões, com caixa total de R$ 825,6 milhões ao fim do período.
O segmento de Segurança liderou o desempenho, com receita de R$ 779 milhões e alta de 16,7% frente ao 2T24. Já os segmentos de TIC e Energia apresentaram recuperação gradual. TIC avançou 28,7% sobre o 1T25, apesar da leve retração anual. Energia recuou 19,6% ano contra ano, mas manteve margem bruta estável.
A companhia também anunciou a criação da Superintendência de Mercado e Jornada do Cliente, unificando marketing, canais e inteligência de mercado. A reestruturação visa acelerar decisões estratégicas e manter o ritmo de crescimento no segundo semestre.
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