A Embratel segue no caminho da integração para compor as suas soluções de internet das coisas. No modelo de negócio desenvolvido pela operadora, ela se posiciona como um integrador das soluções e também se responsabiliza pelo bom funcionamento da plataforma.
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“Nenhuma empresa conseguirá atuar sozinha e com sucesso no mercado de internet das coisas”, diz Elisabete Couto, diretora de IoT da Embratel, ao defender a criação de ecossistemas para estimular o crescimento do mercado.
Ela explica que as soluções de IoT são compostas por quatro camadas: dispositivos e sensores, conexão, a plataforma de gerenciamento de processos e o aplicativo. A executiva acredita que os setores estimulados pelo Plano Diretor de IoT – agronegócio, saúde e cidades inteligentes – tendem a se destacar como vetores do setor do Brasil. “Acredito que estas áreas terão excelente desempenho porque estarão suportadas pelo investimento do Plano Diretor de IoT”, declara.
A executiva também aprovou a inclusão das universidades como players de desenvolvimento das soluções. “É importante porque não ficamos dependentes das soluções importadas”, comenta.
Sobre o desempenho do mercado brasileiro, Elisabete diz que enxerga o setor automobilístico como o mais desenvolvido no setor de IoT no Brasil.
Embratel que ser reconhecida como empresa que provê solução de IoT fim a fim, unido os parceiros que estão sendo desenvolvidos em diferentes áreas.
Veja a nossa entrevista com Elisabete Couto.

