Internet das Coisas faz parte da infraestrutura oferecida em prédios residenciais como Nomad e Moou, localizados em Moema e na Vila Madalena.
A chamada Internet das Coisas define a conexão dos mais variados dispositivos, como relógios inteligentes, roupas e automóveis, à rede mundial de computadores, armazenando dados e oferecendo novas funcionalidades ao consumidor. E essa tendência segue a passos largos.
Segundo analistas de mercado, teremos um número gigantesco de dispositivos de IoT conectados em rede até 2020, com projeções que vão desde 21 bilhões, passando por 50 bilhões e até 200 bilhões dispositivos 1.
Com esta perspectiva de futuro, o desafio do mercado de construção no Brasil é preparar seus novos empreendimentos para as novas demandas, oferecendo a infraestrutura necessária para que o usuário possa, por exemplo, controlar o sistema de iluminação, ar condicionado ou mesmo o sistema de câmera do imóvel a distância.
A SKR já tem dois empreendimentos em construção que seguem essa tendência, com recursos como:
– Aplicativo para smartphone que permite comandar a distância funções como a liberação da entrada de visitantes ou a solicitação de serviços de limpeza, manutenção, personal trainer etc;
– Wi-fi de alta velocidade nas áreas comuns;
– Infraestrutura para link de internet dedicada em todos os apartamentos;
– Automação de iluminação;
– Infraestrutura para automatização de cortinas e outros itens do imóvel;
“O Nomad, localizado na região do Ibirapuera, e o Moou, na Vila Madalena, foram concebidos para o novo perfil de consumidores, que questiona, rompe barreiras, quer inovação. Um dos objetivos da IoT é conseguir que os usuários economizem tempo nos seus processos cotidianos e utilizem a tecnologia de maneira eficiente”, destaca o presidente da SKR, Silvio Kozuchowicz. A habilitação destas tecnologias dentro dos edifícios requer um planejamento e concepção adequados, além de atenção aos padrões pertinentes à indústria. E isso é essencial para que a IoT atenda às expectativas do consumidor.

