Para que servem as ferramentas inclusas nas plataformas de Comunicação Unificada? Que benefícios elas, realmente, podem trazer aos usuários? Diante de perguntas como estas, o certo é que não existe uma resposta simples. No entanto, de acordo com os participantes do 1º Encontro IPNEWS – Comunicação Unificada, as métricas têm o propósito de oferecer uma qualidade de vida melhor aos profissionais de empresas usuárias e um melhor desempenho aos negócios.
A Cisco aponta que seus projetos seguem a métrica de diversificação e se adequam para cada tipo de serviço, de maneira que possa ser encarados como uma necessidade personalizada e para determinado objetivo. “Na telepresença, por exemplo, poder ter a métrica de redução de custos de viagens, movimentação de documentação”, diz Lucato da empresa.
Dentre as métricas abordadas que possam beneficiar às empresas, um aplicativo que foi considerado bastante importante entre os participantes é a mobilidade. Todos alegam que esse aplicativo consegue oferecer benefícios à sociedade num todo, porque também está relacionado ao processo de sustentabilidade. Em resumo, o sistema de comunicação móvel favorece a ecologia, porque proporciona a diminuição das viagens e essa ação resulta na redução de emissão de CO2 no planeta.
Para o executivo Alexandre Patarra, da Dimension Data, a mobilidade possui um grande sinônimo de qualidade de vida. “Além do aumento de produtividade, ocorre uma melhoria na qualidade de vida dos funcionários, porque os funcionários tem a possibilidade de ficar mais tempo com suas famílias e não se estressam com a rotina do trânsito das grandes cidade e o cansaço das viagens”, argumenta.
Outras ferramentas também foram citadas como aplicativos de Comunicação Unificadas. Como exemplo, para as empresas de telefonia, existe a métrica de controle de ligação, de follow-up para clientes e que podem ser associadas ao telecom como um todo. Outro benefício é que essas ferramentas podem ser utilizadas como estratégia de marketing e compartilhamento de arquivos com rapidez e precisão, adaptável a diversas culturas.
No entanto, para que as métricas tenham efeito, o desenvolvimento da Comunicação Unificada precisa ter integração e adaptação a outros produtos e, principalmente, marcas. Esse “lego” amplia a capacidade de adoção da plataforma e torna os serviços mais otimizados.
Para o governo, conforme afirma Adriano Breviglieri, do Tribunal de Justiça-SP, essa montagem de lego é obrigatória e não é saudável comprar uma solução única, devido as diversas necessidades. “Temos mais de 60 fornecedores de IP no Tribunal, se a empresa não consegue se integrar com outras soluções, ela dificilmente trabalha conosco. Eu não compro o aparelho IP e sim o que passa nele. Isso deve permear o desenvolvimento das plataformas”, diz.
Conforme afirmação dos participantes no bate-papo, as métricas são essenciais para a TI. “Tudo que está incluso, considero como estrutura de qualidade de vida para o funcionário. Ou seja, já imaginou o quanto a gente consegue economizar utilizando essas ferramentas no nosso dia a dia”, conclui Patarra.

