Jorge Mieres e Dmitry Bestuzhev passam a responder como analista de malware para Argentina e diretor da equipe global de pesquisa para a América Latina, respectivamente.
A Kaspersky Lab, empresa de soluções de segurança, anuncia hoje (13) a contratação de Jorge Mieres como analista de malware para a Argentina e a promoção de Dmitry Bestuzhev, que passa a responder como diretor da equipe global de pesquisa e análise para a América Latina.
A América Latina está assumindo um papel cada vez mais importante no cenário global de desenvolvimento de ameaças virtuais e crimes cibernéticos e, por esta razão a empresa decidiu ampliar sua equipe regional.
“Estou profundamente honrado com a responsabilidade de liderar e supervisionar a análise de malware para a região onde vivo e também dar as boas-vindas a alguém com a experiência, a energia e o comprometimento de Jorge na nossa equipe”, afirma Bestuzhev.
Seguindo o exemplo do Brasil, Jorge Mieres será responsável por monitorar o desenvolvimento de ameaças na Argentina. Seu trabalho contempla também analisar e prever as tendências para o mercado argentino, bem como suportar a equipe na melhoria das tecnologias e produtos da empresa.
Segundo Bestuzhev, a melhor maneira de proteger os usuários globais dos produtos Kaspersky é a especialização local. O resultado desse trabalho é demonstrado na recentemente estatística divulgada pela empresa, na qual demonstra que 55% dos malware criados no Brasil são detectados via assinatura, sendo as ameaças restantes (45%) bloqueadas via análises heurísticas.
A importância da pesquisa local fica nítida ao comparar o desempenho brasileiro aos índices globais, onde 10% das detecções em todo o mundo são por assinatura e 90% por heurística. “Queremos aplicar o mesmo sucesso do Brasil à Argentina”, afirma Bestuzhev.
O executivo destaca ainda que a colaboração entre Fabio Assolini e Jorge Mieres nas pesquisas e análises de ameaças será fundamental para dar continuidade aos esforços da Kaspersky Lab no combate ao crime cibernético. “Jorge será essencial na proteção contra botnets (redes zumbis), um golpe comum nos países latinos e que está se desenvolvendo no Brasil. Por outro lado, o expertise do Fabio em trojans bancários ajuda a proteger os usuários dos países vizinhos contra este tipo de ataque. Os trojans brasileiros são amplamente disseminados e constantemente fazem vítimas fora do país de origem”, afirma Bestuzhev.

