Segundo Florencia Pettigrew, gerente internacional de marketing da empresa, esse tipo de solução tem muito a agregar à ferramenta. No entanto, ainda há muitos obstáculos a serem transpostos.
Cada vez mais as comunicações unificadas mostram sinergias com as plataformas de comunidades online. O fato não passa despercebido para um dos grandes players do mercado: o LinkedIn. Durante rápida passagem pelo Brasil, a gerente internacional de marketing da empresa, Florencia Pettigrew, disse que a integração de ferramentas de comunicação unificada, como VoIP e messengers, à plataforma, é interessante e está sendo analisada com cuidado pelo LinkedIn. “As comunicações unificadas podem vir a integrar o sistema, mas precisarão ser bem direcionadas para o uso profissional”, afirmou.
Na verdade, adequar o uso desses recursos ao perfil da comunidade é um dos principais obstáculos vistos pela executiva. “É preciso criar um modelo de negócios e uma forma de controlar o uso”, avaliou. Mesmo assim, a empresa já tem evoluído neste sentido e, segundo Pettigrew, em breve os usuários do LinkedIn terão à sua disposição recursos de colaboração que permitirão um compartilhamento ainda maior de informação, como por exemplo a troca de documentos.
LinkedIn no Brasil
Florencia Pettigrew contou que hoje a comunidade possui mais de um milhão de usuários na América Latina, sendo que destes, 48% são do Brasil. “O Brasil e a Argentina são os países da região mais evoluídos no uso do LinkedIn. Os usuários destes países são os que realizam mais convites e que têm os perfis mais completos”, revelou.
No entanto, a executiva acredita que o fato da ferramenta ainda não possuir uma versão em português ainda é um obstáculo para uma maior penetração no País. “Está nos planos da empresa criar uma versão em português, mas ainda não posso citar uma data”, disse.
Perguntada sobre o que lhe chamou mais atenção no mercado brasileiro em sua primeira visita ao País pelo LinkedIn, Pettigrew afirmou ter ficado impressionada com a presença maciça de brasileiros no Orkut e pelo uso intensivo do LinkedIn, mesmo não existindo ainda uma versão na língua local.

