Adam Penenberg conta a história de empresas que transformaram a internet.
Adam Penenberg, professor de jornalismo e diretor-assistente do programa de Negócios e Economia da New York University, conta a história de empresas que transformaram a internet. Lançado no Brasil pela editora Campus-Elsevier, o livro ‘Viral Loop’ explora a máquina que move o crescimento dos novos negócios na Web 2.0 como o Twitter, YouTube e eBay. Ele é alcançado quando o caráter viral é incorporado à funcionalidade do produto.
Destinado a todos aqueles que desejam conhecer e explorar as possibilidades de negócios na Web 2.0, convertendo audiência em receita, o livro conta a história dos empresários que primeiro aproveitaram o potencial sem precedentes dos viral loops para criar negócios online de sucesso . O segredo é que eles criaram algo que as pessoas realmente querem, a ponto de seus clientes divulgarem espontaneamente seus produtos.
“O modelo de adoção viral é o modo mais barato de fazer uma audiência crescer. Quanto maior uma rede viral se torna, mais rápido ela germina. Depois que esse crescimento fantasmagórico entra em funcionamento, é possível prever sua taxa com espantosa exatidão, pois a rede se difunde a uma velocidade uniforme até chegar à não superação. Nesse ponto, ela continua a ganhar usuários mesmo sem fazer nada. Muitas das mais bem-sucedidas empresas da Web 2.0, incluindo MySpace, YouTube, eBay e as estrelas em ascensão como Twitter e Flickr, são excelentes exemplos de viral loop”, informa o autor.
Há três categorias de loops de expansão viral: viral loop, rede viral e viral loop duplo, sendo este último um híbrido dos dois primeiros. Criar um viral loop simples é relativamente fácil. Em 1996, o Hotmail colocou um link no corpo de cada mensagem, oferecendo ao destinatário a capacidade de configurar uma conta própria de Webmail; no período de 30 meses, o Hotmail passou de 0 a 30 milhões de membros. O You Tube implantou um mecanismo viral que permitia que as pessoas incorporassem links de vídeos em seus blogs ou páginas do MySpace. Quanto mais pessoas o vissem, mais links eram incorporados e, rapidamente, milhões de usuários eram canalizados diretamente para o You Tube.
O livro também conta a história de empresas de orientação viral, como Tupperware, Hotmail e o navegador Mosaic, que transformou a internet de parque infantil para geeks em fenômeno de mercado de massa. O autor analisa o Ning, que explora um viral loop duplo e desconstrói o marketing viral, a fim de alcançar o conceito de “organização coletiva” – quando o público decide o que é bom e passa essa informação para os outros.
Viral Loop examina as forças econômicas subjacentes que levam à banda larga onipresente – o que intensificou o ritmo e o alcance da viralidade – e mostra o que acontece a uma empresa que se torna excessivamente viral e perde sua capacidade de acompanhar o ritmo da demanda exponencial. O livro analisa ainda o empilhamento que ocorre quando um negócio viral se sobrepõe a outro e as redes sociais, que estão redefinindo a maneira como os seres humanos se conectam. A obra mostra a busca por uma unidade de medida das campanhas publicitárias – o coração de qualquer esquema de fazer dinheiro nesse novo mundo de interconectividade e interoperabilidade com base na Web.
Serviço:
Editora Campus-Elsevier
Categoria: Profissional Negócios – Administração/Gestão
Formato: 16×23 cm
Páginas: 256
Preço: R$ 66,00

