Novo serviço, Jogga, permite usuários realizarem aposta na Mega Sena via celular.
A Rede de Casas Lotéricas de São Paulo lança neste mês o Jogga, serviço que permite apostar na Mega-Sena por meio de qualquer celular, em qualquer lugar do mundo, sem enfrentar filas. O serviço foi criado pela Freeddom, empresa de soluções mobile.
O serviço é tão seguro quanto apostar diretamente na lotérica. Um dos principais benefícios do Jogga é poder realizar as apostas sem necessidade de enfrentar as filas das lotéricas. O sistema capta as apostas pelo celular e as efetiva em Casas Lotéricas parceiras, devidamente credenciadas na Caixa Econômica Federal (CEF).
Neste momento, também já é possível apostar na Mega Sena da Virada. As apostas são realizadas por SMS independentemente de o usuário ter acesso à internet. Atualmente, o serviço está disponível para os clientes das operadoras Claro e TIM.
Todo o gerenciamento das apostas pode ser feito pelo site do Jogga (www.jogga.com.br) por meio de uma conta do usuário. Neste ambiente é possível efetuar o cadastro no sistema, incluir créditos, acompanhar o processamento da aposta, verificar os números acertados e solicitar o regaste dos valores referentes aos prêmios aos quais tenha sido contemplado.
O cadastro pode ser feito tanto pelo celular ou pelo portal. Por rede móvel, basta enviar um SMS para o número 88000 com a palavra JOGGA e o número do CPF, com espaço entre as informações. Exemplo: JOGGA 01234567890. Pela Internet é só preencher os campos requisitados no www.jogga.com.br.
Uma vez realizada a aposta pela Casa Lotérica, o serviço envia um SMS com o código de confirmação fornecido pela CEF, que garante a efetivação da aposta. Também é possível acompanhar o status da aposta por meio do Portal do Jogga.
Marcos Melo, proprietário da rede de Casas Lotéricas, enfatiza os benefícios do sistema com relação à segurança. "Todas as apostas são atreladas ao CPF do usuário, portanto mesmo em caso de roubo ou perda do aparelho, o apostador é o único apto a receber o prêmio". Todos os comprovantes físicos, emitidos pela Caixa Econômica Federal, ficam sob custódia de um banco, em cofre, sem acesso externo.

