Pesquisas

Maioria dos desenvolvedores brasileiros querem continuar trabalhando remotamente

Com a pandemia de covid-19, o trabalho remoto na área de TI foi uma transição que deve continuar. Passado mais de um ano de isolamento social, uma pesquisa com profissionais de tecnologia aponta que 86,58% dos desenvolvedores preferem trabalhar de forma remota, 6,88% no modelo híbrido e apenas 6,54% de forma presencial. O levantamento foi realizado pela Vulpi, plataforma de soluções de HR Tech, com mais de 30 mil desenvolvedores de todo o país.

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A pesquisa teve como objetivo compreender melhor o mercado de desenvolvedores, o que incluiu traçar o perfil profissional e entender as suas preferências, levantando informações como estado, idade, gênero, estado, grau de escolaridade e senioridade, além de faixas salariais. 

De acordo com o levantamento, a maioria dos profissionais de TI da base está concentrada nos estados de São Paulo (35,40%), Minas Gerais (21,21%) e Rio de Janeiro (8,93%). Em relação à formação, 35,15% possuem graduação completa, 25,46% não completaram a graduação, 15,40% estão cursando a graduação, e 14,16% possuem pós-graduação. 

Quanto à senioridade, 36,30% são juniores, com salário de R$ 2.520,72; 22,65% são estagiários, com remuneração de R$ 1.656,20; 21,54% são plenos, com ganhos de R$ 4.804,76; 15,38% são seniors, com salário de R$ 9.624,06; e 4,13% são especialistas, com remuneração de R$ 11.215,89. Além disso, mais de 60% preferem o modelo de contratação CLT e cerca de 20% freelancer. 

Outro ponto identificado no levantamento foi o aumento no número de mulheres na área, que passou de 10,59%, em 2019, para 16,57%, em 2021. 

A pesquisa também perguntou sobre a empresa do sonho para se trabalhar. As dez primeiras colocadas foram: Google, Nubank, Microsoft, Facebook, IBM, Amazon, Apple, Inter, iFood e Totvs. 

 

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