O Ministério das Comunicações (MCom) e a Eace (Entidade Administradora da Conectividade de Escolas) publicaram um edital para investir R$ 1,3 bilhão na conexão de 16,3 mil escolas públicas de difícil acesso em todas as regiões do País. A iniciativa prioriza comunidades rurais, indígenas, quilombolas e periféricas, garantindo que o direito à educação digital chegue a quem mais precisa. O edital foi divulgado na última quinta-feira (6/11).
CONTEÚDO RELACIONADO: Algar vai conectar 279 escolas públicas em 11 estados com recursos do Fust
As unidades de ensino serão conectadas por fibra óptica e tecnologias complementares, como sistemas via satélite, assegurando velocidade, estabilidade e cobertura mesmo nos locais mais remotos. A ação faz parte da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec), coordenada pelo Governo Federal, que tem como meta levar internet de alta velocidade a 138 mil escolas públicas até o fim de 2026. Dados oficiais mostram que 43.263 escolas ainda não têm velocidade mínima de 1 Mbps por aluno.
Como explica a Eace, a nova fase do Aprender Conectado busca a contratação de novos fornecedores para conectar mais de 16 mil escolas, com investimento total de aproximadamente R$ 1,3 bilhão. Essa expansão permitirá que mais escolas tenham acesso à internet de alta velocidade para o aprendizado.
Com a chegada da conexão de alta velocidade, estudantes e professores terão acesso a ferramentas digitais, plataformas de aprendizagem, aulas online e recursos pedagógicos interativos, ampliando as possibilidades de ensino e aprendizagem.
Caixa do Escolas Conectadas é de R$ 8,8 bi
A Enec integra os esforços do Governo Federal para universalizar a conectividade educacional, fortalecendo o compromisso do Brasil com uma educação pública mais inclusiva, moderna e conectada. Até 2026, a meta é garantir que todas as escolas públicas do país tenham acesso à internet de qualidade, um passo decisivo para o futuro digital do Brasil.
O programa Escolas Conectadas prevê investimento total de R$ 8,8 bilhões, sendo R$ 6,5 bilhões do Ministério das Comunicações e R$ 2,3 bilhões do Ministério da Educação (MEC), e é visto como mais uma aposta do Governo Federal em ações que podem se tornar vitrine em 2026.
Participe das comunidades IPNews no Instagram, Facebook, LinkedIn e X (Twitter).

