Estratégias

MD2 avança em Business Analytics

Empresa faz parceria com a SAS e aposta no crescimento de aplicações de ‘forecasting’, que são capazes de prever cenários futuros para os negócios.

A MD2, consultoria e desenvolvedora especializada em integração de dados, firmou uma parceria com a multinacional SAS que lhe permite avançar em sua atuação na emergente área de Business Analytics (BA). Pelo acordo, a empresa se credencia a comercializar e implementar a ferramenta SAS Forecast Studio, que realiza o trabalho de forecasting (realização de previsões) para orientar a gestão estratégica e o controle de riscos nas organizações usuárias.

De acordo com Márcio Guerra, diretor da MD2, a tecnologia de Business Analytics representa hoje um expressivo salto evolutivo no segmento de Business Intelligence, tendo por isso mesmo se tornado alvo de investimentos dos fabricantes mais importantes. “As aplicações de BA são hoje a menina dos olhos deste mercado por não se limitarem a enfocar o passado. Muito mais do que isso, elas possibilitam antever o futuro, originando previsões que permitem às empresas planejarem melhor seus passos e otimizarem os seus negócios”, explica ele.

Por meio da parceria com a multinacional, a MD2 vai oferecer, em um primeiro momento, o SAS Forecast Studio, responsabilizando-se, nos projetos, pelas tarefas de consultoria, implementação, integração com legados, treinamento e prestação de suporte.

Ao enveredar por este ramo de atuação, observa o consultor, a MD2 pretende tirar proveito de sua expertise em integração de dados. “Reside aí o maior valor que estamos agregando nesta parceria com a SAS. A implantação de qualquer ferramenta analítica requer, em sua base, dados bem integrados, coerentes, harmonizados e qualificados”, enfatiza o diretor.

A solução comercializada, destaca ele, é ideal para qualquer companhia que mantenha uma operação volumosa e complexa e dependa de previsões acuradas para planejar suas ações em ambientes de elevado dinamismo. Ela auxilia os gestores na elaboração de projeções de custos/demanda de forma customizada, automatizada e em larga escala, considerando eventos e fatores causais internos e externos que interferem no negócio. Desse modo, propiciam um significativo incremento na taxa de acertos das previsões.

Como exemplos concretos de aplicações preditivas, Guerra cita o dimensionamento futuro da infraestrutura em operadoras de telecom. Ele menciona também o uso do sistema de forecasting para prever os níveis de vendas e de estoques futuros no varejo, ou o número de veículos necessários para engrossar frotas de uma locadora em momentos de picos sazonal. “O sistema é usado também para prever os volumes de empréstimos e financiamentos na vertical financeira em um dato período de tempo, ou o numero de produtos a serem industrializados na vertical manufatura, entre outras numerosas possibilidades práticas”, assinala Guerra.

 

 

 

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