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Mercado de videoconferência começa a se recuperar

Aumento de 5% nas vendas de fabricantes gerou receita de US$ 3.2 bilhões.

Softwares gratuitos ou de baixo custo que permitem videoconferência; hardwares, como os ‘videofones’ têm desafiado empresas que investem em equipamentos caros de telepresença e videoconferência. Muitas companhias precisam  decidir como destinar seu orçamento de telecom, e, muitas vezes, o mais barato é a opção. Esse cenário levou o segmento a ficar estável nos últimos anos, informou a Infonetics, que viu uma leve recuperação em 2013, com um crescimento de 5%, e receita de US$ 3.2 bilhões.

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A companhia de pesquisa afirma que os videofones têm crescido mais rápido no mercado de endpoints, e os embarques dobraram novamente em 2013, ultrapassando a marca de 1 milhão de unidades.

As vendas de sistemas de telepresença imersiva estavam em queda desde 2011, e parecem ter se recuperado ano passado, principalmente nas regiões EMEA e Ásia Pacífico, que registraram aumento de 8% ano passado, enquanto a América do Norte caiu 3%.

Para a Infonetcis ainda há espaço para crescimento nos próximos anos, ainda que pequeno, expressivo. A empresa espera ver um aumento de 3% (anual) nos negócios das fabricantes, até 2018. “A demanda por capacidades de vídeo está sempre em alta. Mas, nos negócios, essa não é uma prioridade de investimentos, por causa da mudança de suítes de telepresença ‘high end’, para softwares de baixo custo e videofones que permitem videoconferência”, informou Matthias Machoweinski, diretor e analista para empresas de redes e vídeo da Infonetics. “A venda de equipamentos de baixo custo entrando na competição pode ser uma forma do mercado de videoconferência se recuperar”, pontuou.

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