Negócios

Mercado global de ERPs deve ultrapassar US$ 110 bilhões até 2034

O mercado global de sistemas ERP deve atingir US$ 110,15 bilhões até 2034, segundo a Precedence Research, avanço que representa um crescimento médio anual de 7,1% na próxima década. Apenas em 2026, a previsão é de um salto para US$ 78,41 bilhões, conforme dados da Globenewswire.

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Os softwares ERP — Enterprise Resource Planning, ou Planejamento de Recursos Empresariais — atuam como uma plataforma que automatiza diversas áreas de uma empresa — entre elas, finanças, recursos humanos, cadeia de suprimentos, manufatura e relacionamento com o cliente. Além disso, ao integrar essas informações, o ERP auxilia na tomada de decisão.

Entre os segmentos que mais utilizam softwares ERP, o setor de serviços lidera a participação em receita, respondendo por 27,1% do total em 2024, segundo a pesquisa. Nesse segmento, os sistemas são aplicados principalmente na gestão de recursos, no planejamento de projetos e na administração do relacionamento com clientes, áreas que exigem alta eficiência operacional.

O mesmo relatório da Precedence Research apontou ainda que as médias empresas — aquelas com 50 a 499 funcionários — devem liderar o ritmo de crescimento do setor de ERPs nos próximos anos. Esse grupo tem buscado soluções em nuvem e sistemas modulares, que permitem personalizar funcionalidades e obter melhor custo-benefício.

Dependência por fornecedores diminuiu

A preferência por interfaces intuitivas e amigáveis tem impulsionado a entrada de novos players e ampliado a competitividade entre os provedores, como diz Carlos Drechmer, CEO da ACOM Sistemas, empresa responsável pelo EVEREST 3.0, ERP voltado ao setor de food service. Como os sistemas ERP estão cada vez mais inovadores, principalmente devido a integração da inteligência artificial (IA) e a análise avançada de dados, há mais competição no mercado.

“Estamos vivendo uma nova era dos sistemas de ERP, visto que a Inteligência Artificial se soma a tudo isso, transformando dados em respostas rápidas, precisas e de fácil acesso, em alguns casos, geradas em interfaces conversacionais”, diz Drechmer.

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