Segundo a ClearSale, companhia referência em soluções antifraude em diversos segmentos, microempresas possuem 252% mais chances de tentativas de fraudes que a média das empresas. A empresa destaca que as transformações que ocorreram no mercado contribuíram para que houvessem ainda mais canais de facilitação para o alto número de autônomos. No entanto, os fraudadores se aproveitaram disso para encontrar brechas e cometer tentativas de fraudes.
CONTEÚDO RELACIONADO – Cibercrime vai explorar trabalho remoto e popularidade das criptomoedas em 2022, diz Avast
Entre as práticas mais comuns, destacam-se o uso de dados de terceiros para abertura de lojas em nome de outras pessoas, o que leva o criminoso a criar várias empresas em seu próprio nome ou de “pessoas laranjas”, que fornecem seus dados pessoais para efetuarem compras e registrarem bens em seu nome, para aplicar o golpe. Quanto maior a fraude planejada, mais complexas podem ser as práticas, como a compra de empresas falidas para se aproveitar do histórico de mercado até a simulação de operação de fábricas.
Por ser um processo que possui maiores complexidades de análise de pessoas jurídicas e da pessoa física que representa a empresa, torna possível onerar muito os processos e aumenta a vulnerabilidade de empreendimentos não especializados, explica a ClearSale. Por isso, é importante que donos de microempresas recorreram ao uso de tecnologias e apoio de empresas competentes no assunto para que seja possível otimizar seus processos de decisão.
Participe das comunidades IPNews no Instagram, Facebook, LinkedIn e Twitter.

