André Figueiredo declarou que é necessário ampliar o programa de banda larga para todas as regiões do Brasil, estipulando metas de cobertura nos leilões.
O ministro das Comunicações, André Figueiredo, declarou que é contrário aos leilões de venda de frequência que apenas visão arrecadar dinheiro para o setor, sem buscar aumentar as metas de cobertura de serviço celular ao interior do Brasil. Em reportagem do Portal Telesíntese, o ministro diz que é necessário ampliar o programa de banda larga para todas as classes sociais, reduzindo os leilões arrecadatórios. O pronunciamento foi realizado durante a posse do novo conselheiro da Anatel, Aníbal Diniz.
Para Figueiredo, sempre haverá uma “queda de braços” entre a área social e econômica do governo. “Não podemos deixar de brigar para receber recursos que possam ser utilizados para ampliar o programa de banda larga, levando a internet para áreas que não são economicamente rentáveis”, afirma.
Em novembro, a Anatel realizará um novo leilão para a venda de frequências das faixas 1,8 GHz, 1,9 GHz e 2,5 GHZ e não estipulou metas de cobertura, o que significa que irá arrecadar mais. O último leilão da agência, da faixa de 700 MHz, teve poucas metas de cobertura, já que a área econômica pediu que se recolhesse o máximo possível.

