Mais do que atuar como revendedora de equipamentos voltados para o mercado de telefonia IP, onde possui uma forte parceria com a Cisco e a Linksys, a distribuidora planeja ampliar a oferta de serviços, principalmente através de canais focados no segmento SMB.
Mais do que atuar como revendedora de equipamentos voltados para o mercado de telefonia IP, onde possui uma forte parceria com a Cisco, a distribuidora planeja também ampliar a oferta de serviços, principalmente através de canais focados no segmento SMB (small and medium business).
“A idéia é estarmos, através do canal, no dia-a-dia dessas empresas, que são potenciais compradoras da tecnologia IP”, revela o diretor de Marketing da Mude, Fernando Grecco, em entrevista ao Canal VoIP do Convergência Digital.
Para 2007, a distribuidora também tem o plano de se aproximar mais do mercado de telecom. “É um segmento para o qual estamos desenhando soluções, principalmente, em função da convergência de dispositivos”, observa Grecco, sem, no entanto, adiantar maiores detalhes da estratégia.
Uma das áreas onde a Mude também planeja reforçar sua atuação é no desenvolvimento de aplicações para o PABX IP. “Esse é um mercado que acreditamos muito. Há um potencial grande de desenvolvimento de aplicações. A migração da telefonia tradicional para o mundo IP é um fato e será cada vez mais uma realidade no país. A idéia é criarmos, com parceiros, uma oferta de solução ponta-a-ponta”, detalha Grecco.
Apesar de acreditar no potencial da videoconferência, principalmente na parte de otimização de tempo e de custos, Grecco acredita que, em 2007, esse mercado ainda estará mais centrado nas grandes corporações, numa visão de aplicações corporativas. “Mas o SMB também terá interese em usar a ferramenta. Principalmente quem lida com grandes fornecedores através da internet”, aposta o executivo.
Não à toa, no último semestre do ano passado, as duas áreas que mais apresentaram crescimento na distribuidora foram, exatamente, a telefonia IP e a videoconferência, que responderam por quase 60% dos seus negócios. Os 40% restantes são ligados aos projetos desenvolvidos nas áreas de segurança, infra-estrutura e storage.

