Pesquisas

Na era dos dados, empresas ainda preferem comunicação por voz

Pesquisa aponta que 80% das empresas usam telefonia como principal canal de comunicação com funcionários.

 

Pesquisa feita pelo site Telecom, sob o patrocínio da Embratel, revela que a conversa por telefone ainda é a forma de comunicação preferida das empresas brasileiras. Segundo o levantamento, 80% das empresas usam voz como principal canal de comunicação com os funcionários; 68% para comunicação com clientes;  e 77% têm o canal de voz como preferencial para comunicação com fornecedores.

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A pesquisa também indica que começam a se desenvolver no Brasil as comunicações unificadas, presentes em 13% das empresas entrevistadas, que estão integrando diferentes canais como voz fixa, voz móvel, mensagens, conferência na web e videoconferência.

O uso de mensagens como ferramenta de colaboração é prioritariamente suportado por sistemas de e-mail, indicado por 84% das empresas que utilizam mensagens. O SMS, mesmo estando pressionado pelos serviços de OTTs (provedores Over The Top, que fornecem o serviço utilizando a rede internet) como WhatsApp, é o segundo colocado, sendo o canal preferido por 45% dos entrevistados.

A modernização das empresas aumentou no que se refere à infraestrutura e uso de computadores com acesso à internet.  A conexão fixa está presente em 94% das empresas e 85% dos pesquisados possuem conexão banda larga. A velocidade média contratada por essas empresas tende a crescer com a ampliação das ofertas e redução dos custos. Serviços de segurança são contratados por 45% das empresas pesquisadas e a maioria dos entrevistados manifestaram interesse em conhecer novos serviços de proteção.

Na área de Data Center, a pesquisa indica boas oportunidades para os serviços de armazenamento, pois 64% das empresas consultadas ainda utilizam servidores internos. Pequenas e médias empresas ainda não possuem políticas de proteção de dados e 23% dos entrevistados armazenam informações nos computadores dos próprios funcionários.

A pesquisa aponta que 58% dos entrevistados já permitem esse uso. Por conta disso, acredita-se que o comportamento também irá gerar novas demandas em termos de TIC (Tecnologia da Informação e de Comunicação), além da adoção de políticas de segurança para proteção diante de eventuais invasões.

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