*Por Rodrigo Petroni
Embora a pandemia tenha reduzido o número de passageiros em São Paulo, os sinais da retomada do alto volume de usuários estão chegando. De acordo com o Monitor de Ônibus SP, do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA), em fevereiro de 2020, antes da pandemia, 8,4 milhões de passageiros eram transportados diariamente. No início de 2021, o número diário de passageiros já estava em 5,3 milhões. Diante deste cenário, é possível prever que a tendência é que este número cresça ainda mais, mesmo com algumas empresas optando pelo trabalho remoto ou híbrido em 2022.
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Pensando na necessidade de auxiliar os passageiros de ônibus em sua jornada, os aplicativos de mobilidade urbana foram desenvolvidos para trazer inovação e comodidade aos usuários de forma mais segura e eficiente. Para se ter uma ideia, já é possível pagar passagem através do celular. Através de um QR Code, o passageiro evita o contato com dinheiro, otimiza o pagamento e colabora com o meio ambiente, já que há a redução de emissão de bilhetes de papel.
A boa notícia é que o acesso à tecnologia está cada vez mais democratizado. Segundo o estudo do IDC Brazil Mobile Phone Tracker, o mercado de celular no Brasil cresceu 3% no primeiro trimestre de 2021. Nos três primeiros meses do ano, foram vendidos 11.167.500 smartphones, e assim, o brasileiro está cada vez mais familiarizado com aplicativos que colaboram para melhorar as experiências do cotidiano.
Problemas complexos de mobilidade urbana exigem soluções complexas, e é por isso que a aplicação de recursos tecnológicos pode ser uma saída para melhorar a jornada do passageiro. Há ainda muito caminho a percorrer, mas nesse caminho há uma solução literalmente na palma da mão que pode auxiliar milhões de brasileiros que buscam um transporte de qualidade no seu dia a dia. *Rodrigo von Uslar Petroni é CEO e cofundador da UPM2, startup paulista que desenvolve soluções para mobilidade urbana
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