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Oscilações no sistema do Pix mostram que tecnologia não é infalível

Pix é o pagamento instantâneo brasileiro. O meio de pagamento criado pelo Banco Central (BC) em que os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos, a qualquer hora ou dia. É prático, rápido e seguro.

Semana passada, o Pix voltou a oscilar. Na manhã da última quinta-feira (29), o sistema apresentou instabilidade, fazendo com que seus usuários não conseguissem completar suas transferências. A impossibilidade de envio e recebimento de valores ocorreu em diversos bancos, tanto físicos como digitais.

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De acordo com o site Downdetector, que monitora reclamações sobre serviços em tempo real, o pico das ocorrências ocorreu entre 10h e 13h30. Apesar dos relatos, o Banco Central negou o ocorrido e afirmou não ter registrado problemas com o Pix. 

A falha, no entanto, foi confirmada por alguns bancos brasileiros. Nas redes sociais, o Itaú e o Nubank notificaram seus clientes de que as equipes internas entraram em processo de regularização para normalizar o atendimento o mais breve possível. Por volta das 10h30 de sexta-feira (30), o aplicativo voltou a funcionar normalmente. 

“Instabilidades acontecem. Por mais que o Pix obtenha uma tecnologia de ponta, falhas nos serviços de transações financeiras são incômodos comuns”, explica Samuel Ferreira, CEO da Meep, empresa de soluções de meios de pagamento. Em 2021, o Pix enfrentou o mesmo problema. 

 

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