Pesquisas

Pesquisa aponta potencial do mercado de aplicações móveis

Levantamento da Accenture mostra que o consumidor norte-americano não está preparado para consumir serviços avançados nos celulares, como vídeo e correio eletrônico.

Uma pesquisa realizada pela Accenture indica que, apesar do crescente uso de aparelhos moveis, os consumidores norte-americanos ainda não utilizam aplicações avançadas em seus aparelhos celulares. De acordo com o levantamento, 88% dos consumidores americanos não assistem a vídeos em aparelhos móveis e 84% não usam os aparelhos móveis para acessar correio eletrônico.

“O cenário brasileiro não difere substancialmente do padrão encontrado na pesquisa”, comenta Petronio Nogueira, líder da área de Mídia e Telecomunicações da Accenture. “O potencial de mercado de aplicações que vão além de voz e SMS é grande. A corrida para as applications stores – iTunes da Apple, OVI da Nokia e Android da Google, entre outros – é uma evidencia inquestionável e transcende geografias”, concluí Nogueira.

O estudo também revelou que 38% dos entrevistados gastam menos de US$ 500 dólares em compras de produtos eletrônicos pessoais durante o ano. No mesmo período, os gastos foram maiores entre as pessoas de 18 a 34 anos. Desses,, 17% gastaram entre US$ 1.500 e US$ 3.000, comparado com apenas 11% do grupo de 35 a 54 anos.

O estudo, que dividiu os 5.047 entrevistados em três grupos (pessoas entre 18 e 34 anos, 35 a 54 anos e acima de 55 anos) teve como objetivo identificar e qualificar padrões de gastos e uso em mais de doze tipos de aplicações eletrônicas para consumidores nos EUA, de telefones celulares a computadores pessoais, até TVs e internet.

Perfil de navegação
O levantamento também identificou adicionalmente contrastes particulares entre o grupo de 18 a 24 anos e o formado por pessoas acima de 55 anos. Os mais jovens são 10 vezes mais propensos a interagirem em sites de relacionamento, do que o segundo grupo (73% versus 7%). Quanto aos blogs, a possibilidade dos entrevistados entre 18 e 24 anos escreverem ou contribuírem com sites é sete vezes maior do que os entrevistados acima de 55 anos (35% versus 5%).

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