Atualmente as seguradoras buscam maior agilidade nos negócios, mas enfrentam desafios de TI para atingir as metas comerciais.
De acordo com um estudo publicado pela Oracle Insurance e a Insurance Networking News, as seguradoras enfrentam dificuldades para atingir agilidade nos negócios e veem seus antigos sistemas de TI como um obstáculo que prejudica a otimização do atendimento aos clientes e a rapidez no lançamento de produtos e canais no mercado.
O estudo com 421 profissionais do setor de seguros – incluindo executivos seniores e do nível C (Chief), profissionais de TI e gerentes de linhas de negócios – investigou as prioridades organizacionais das seguradoras, sua eficácia nas áreas mais importantes e o papel de TI em suas iniciativas.
Os entrevistados classificaram como insatisfatóra a eficácia de suas empresas em áreas que exigem expressiva agilidade, como por exemplo, a capacidade de ultrapassar a concorrência no lançamento de produtos, o aumento da eficiência do atendimento ao cliente, a expansão e otimização dos canais de distribuição e a racionalização do processamento de apólices.
“O estudo da Oracle e da Insurance Networking News oferece validação estatística do que temos ouvido de nossos clientes, desde o lançamento do Oracle Insurance. Essa pesquisa ressalta os desafios que as seguradoras continuam a enfrentar com tecnologias legadas, e ressalta as áreas nas quais elas sentem que poderiam melhorar se implementassem a tecnologia adequada”, explica Chuck Johnston, vice-presidente de Estratégias da Unidade de Negócios Global de Seguros, Oracle Insurance.
As seguradoras avaliaram-se como menos eficazes na categoria na superação dos concorrentes e na distribuição de produtos ao mercado, sendo que quase metade dos participantes (48%) afirmou que suas organizações tinham eficiência inexistente, insuficiente ou mediana nessa área.
Essas empresas sentem-se prejudicadas pelas tecnologias atuais para apoiar um atendimento eficiente ao cliente e para lançar novos produtos com a rapidez desejada:
– 61% dos participantes indicaram que conseguiriam oferecer serviços mais eficientes e ágeis se não sofressem com a limitação do atual ambiente de TI e 52% afirmaram que poderiam ampliar as opções de autoatendimento.
– 30% dos entrevistados disseram que apresentariam novos produtos a cada trimestre ao mercado se não tivessem restrições tecnológicas, enquanto quase um quarto (23%) sugeriu que um lançamento ao ano seria o ideal.
– Cerca de 30% declararam que o aprimoramento de TI poderia trazer melhorias no portfólio oferecido com seguros mais interessantes e competitivos, expansão das opções de atendimento móvel e maior exatidão nas comunicações.
– Aproximadamente um terço (31%) afirmou que a modernização dos atuais sistemas de TI nos próximos anos seria o maior desafio da área em suas empresas, seguido da substituição do sistema principal associado (19%).
As seguradoras classificaram seu desempenho como o mais elevado no que diz respeito às normas e à comunicação estruturada, por exemplo, na gestão de riscos dos negócios, garantia da conformidade dos canais com as apólices da empresa, transparência perante a administração e órgãos regulamentares, bem como na transmissão de uma mensagem consistente a clientes, canais e acionistas.
Os entrevistados indicaram que o ponto forte de suas empresas está no gerenciamento dos riscos, e 72% classificaram suas organizações como muito eficientes ou altamente eficazes nessa área.

