Consultoria norte-americana desmontou o produto e constatou gasto de produção de US$260 por cada e-book.
Segundo pesquisa realizada pela consultoria norte-americana, iSuppli, o recém-lançado iPad, da Apple, é mais caro para fabricá-lo do que a empresa esperava. A pesquisa indica que cada dispositivo sai por US$260 para o fabricante ou 31 dólares mais caro do que o projeto piloto.
A consultoria explicou que boa parte do custo é por conta da tela touchscreen de LCD, que mede 9,7 polegadas. O aparelho, que custa para o consumidor final 499 dólares e tem 16 Gbs de memória, tem o custo de produção de US$9 e de US$251 com as peças. "Tem mais complexidade em termos de circuito do que se esperava. A tela e a bateria acabaram saindo mais caro do que o suposto”, afirmou Andrew Rassweiler, diretor da iSuppli’s. O analista avaliou ainda que “a bateria traz um valor agregado ao produto, porque é feita sob medida e facilmente trocada pelo serviço técnico da marca”.
Para Rassweiler, “depois que o design do produto ganhar aceitação do público, a Apple pode mexer no hardware, juntar chips e deixar a arquitetura menos complexa e mais barata – possivelmente”.

