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Pesquisas indicam aumento no furto de produtos

Etiquetagem na origem é alternativa para diminuir perdas.

 

De acordo com o último levantamento do NEO – Núcleo de Etiquetagem na Origem – entre varejistas de todo o Brasil, as perdas com furtos, tanto internos quanto externos, têm se tornado cada vez mais elevadas. Supermercadistas indicam que é possível perder até 30% do faturamento obtido com a venda de alguns produtos. Entre os itens mais furtados, destacam-se os chicletes (30%); preservativos, loções bronzeadoras e protetores em geral (15%); maquiagem e colas (11%); e whisky e sabonetes líquidos (10%).

Diante desse cenário, o NEO enfatiza a importância de conscientizar os varejistas sobre o uso de etiquetagem na origem, que pode provocar uma redução imediata de 20% nos custos operacionais e um aumento de até 30% nas vendas de mercadorias de alto giro e valor. "Essa técnica, que consiste na aplicação de etiquetas antifurto nos produtos durante o seu processo de fabricação ou embalamento, é a mais eficaz e eficiente para proteção de produtos”, explica Thais Papin, diretora executiva do NEO.

Segundo a última avaliação de perdas no varejo brasileiro, realizado pela ABRAS, o Provar, a Canal Varejo e a Nielsen, o índice de perdas aumentou 0,12 pontos percentuais quando comparado ao ano anterior da pesquisa (2005), enquanto os investimentos em prevenção apresentaram uma pequena expansão de 2%. "Os varejistas estão começando a se conscientizar que qualquer perda reflete no faturamento e a preocupação em minimizar essa situação tende a aumentar os investimentos a médio prazo", enfatiza Thais.

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