A Vivo iniciou 2026 com forte crescimento nos principais indicadores financeiros, sustentado sobretudo pelo desempenho das receitas de pós-pago, fibra e serviços digitais. No primeiro trimestre, a companhia registrou lucro líquido de R$ 1,3 bilhão, alta de 19,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.
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A receita total atingiu R$ 15,5 bilhões, avanço de 7,4%, enquanto o EBITDA cresceu 8,9%, para R$ 6,2 bilhões, com margem de 40,2%. Juntos, os segmentos de pós-pago e fibra responderam por 74,3% da receita de serviços da operadora.
“Os resultados reforçam nossa capacidade de seguir investindo de forma sustentável, ampliando cobertura, qualidade de serviço e retorno aos acionistas”, afirma Christian Gebara, presidente da Vivo.
O principal motor do resultado foi o segmento pós-pago, que faturou R$ 8,6 bilhões no trimestre, crescimento de 7,8%. A modalidade representa 86,6% da receita móvel da empresa, impulsionada pela migração de clientes do pré-pago para planos controle e pela entrada de novos assinantes.
A base pós-paga alcançou 72,1 milhões de acessos, alta de 6,9%, com adição líquida de 827 mil clientes no período. O ARPU móvel atingiu recorde de R$ 31,90, avanço de 5,7%.
Fibra mantém ritmo de expansão
Na operação fixa, a fibra óptica continuou sendo o principal destaque. O faturamento do serviço alcançou R$ 2,1 bilhões, crescimento de 9,3% na comparação anual.
A companhia encerrou março com 31,5 milhões de domicílios e empresas cobertos por fibra e uma base de 8 milhões de clientes conectados, alta de 11,5%.
A oferta convergente Vivo Total, que integra serviços móveis e fibra, chegou a 3,6 milhões de clientes, crescimento de 32,6%, representando 44,7% da base de fibra. O produto respondeu por 83,3% das novas adições nas lojas próprias.
Serviços digitais ganham relevância
Além da conectividade, os serviços digitais seguem ampliando sua participação no faturamento da empresa. No mercado corporativo, o portfólio de cloud, cibersegurança, big data, IoT e serviços de TI gerou R$ 5,4 bilhões nos últimos 12 meses, crescimento de 23,8%, equivalente a 8,9% da receita total.
No segmento de consumo, os novos negócios faturaram cerca de R$ 2 bilhões, alta de 31,5%. Entre os destaques estão o Vivo Pay, parcerias com plataformas de streaming e a vertical de saúde e bem-estar.
Outro vetor importante foi a receita com aparelhos e eletrônicos, que cresceu 26,6%, para R$ 1,2 bilhão, o maior avanço dos últimos cinco anos. As vendas de smartphones compatíveis com 5G responderam por 97,2% do total comercializado.
Os investimentos da companhia somaram R$ 2 bilhões no trimestre, alta de 9,6%. A maior parte dos recursos foi destinada à ampliação da rede 5G, já presente em 905 cidades e cobrindo 71% da população brasileira, além da expansão da infraestrutura de fibra óptica.
A base total da operadora alcançou 117,4 milhões de acessos, crescimento de 1,1%.
“Os resultados reforçam nossa capacidade de seguir investindo de forma sustentável, ampliando cobertura, qualidade de serviço e retorno aos acionistas”, afirmou Christian Gebara.
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