Formada a partir de uma parceria entre a Sigfox, provedora mundial em serviços de comunicação dedicada para a Internet das Coisas (IoT), e a WND, empresa lançada para a oferta dos serviços a América Latina, a rede tem como diferenciais a interoperabilidade e a cotação global de preços.
Uma rede criada especificamente para coisas conectadas. Este é o empreendimento global da Sigfox, representada na América Latina pela WND. A rede de internet das coisas foi lançada oficialmente no Brasil em setembro do ano passado e avança a passos largos, segundo Eduardo Iha, diretor de negócios da WND Brasil.
Segundo ele, os atrativos da rede são a inexistência de roaming, a interoperabilidade global e a tarifa internacional, além do custo baixo dos dispositivos. A rede Sigfox está implantada em 47 países.
“A rede não é o fim do negócio, mas um meio que viabiliza o desenvolvimento de negócios”, diz Iha, ressaltando também a possibilidade de integração entre dispositivos (coisas) de empresas diferentes.
Um dos projetos já em operação é o rastreamento de malas da marca Luis Vuiton, que pode ser contratado em qualquer lugar do mundo. Iha cita que na América Latina está em curso, entre outros, um projeto de medição remota de consumo de água (smart warter).
A WND foi fundada em 2015 por Chris Bataillard, um empresário e fundador ativo, o anjo investidor e conselheiro em diversas empresas de telecomunicações e de alta tecnologia. Durante seus 20 anos de serviços bancários de investimento, Bataillard ocupou diferentes cargos executivos no Goldman Sachs e JP Morgan. Cofundador da Inquam/Zapp juntamente com a Qualcomm em 2000, ele ganhou experiência comprovada em iniciar e gerir redes de celulares.

