Casos de sucesso

Rede varejista do RS usa digitalização de documentos como serviço

Implementação foi para acelerar a concessão de crédito aos clientes e reduzir custos com impressão.

A rede de varejista do interior do Rio de Grande do Sul concluiu um projeto de digitalização dos documentos no final de fevereiro. O modelo da convergência foi por meio de contratação de serviços de tecnologia, o qual, as 174 lojas passaram a digitalizar os documentos.
 
Fundada em 1967, a Quero-Quero atua no segmento de varejo de eletrodomésticos, móveis e material de construção. Em 1997, passou a utilizar o cartão private label, que, atualmente, é multicrédito, sendo aceito em mais de 25 mil estabelecimentos comerciais no interior do Estado do Rio Grande do Sul.
 
Para a rede de lojas, o projeto foi necessário para reduzir os custos com impressão de papéis e locação de espaços para guardar os arquivos mortos e impressão de documentos. Com o processo digital a empresa também buscou garantir mais segurança e agilizar a concessão de crédito aos clientes dos cartões private label VerdeCard.
 
"Nosso modelo de negócio requer atualizações periódicas em todos os cadastros de clientes, produtos e fornecedores, o que exige tempo e análise de muitos documentos. No que se refere especificamente à área de crédito, a digitalização é uma solução simples, e eficaz para agilizar o processo – o que é de grande importância para o consumidor – e aumentar ainda mais a nossa segurança", afirma Celso J. Peres Júnior, gerente geral de operações do cartão Quero-Quero.
 
Para o processo, a Quero-Quero contratou os serviços da Acesso Digital, que começou a implementação do projeto piloto em novembro do ano passado. Até o início deste ano, 54 lojas já contavam com o sistema. "Iniciamos o processo no período do ano de maior movimento para o comércio e conseguimos, em apenas dois meses, observar diversos ganhos”, afirma o gerente da rede.
 
No contrato a empresa optou pela solução completa de digitalização da Acesso Digital, que inclui toda a parte de software, scanners, webcam e datacenter. O serviço também pode ser adaptado aos equipamentos já disponíveis nos clientes, como é o caso da Quero-Quero, que já possui multifuncionais para a função de scanner. Todos os documentos digitalizados ficam alocados no data center da TIVIT, o qual estão localizados em São Paulo e Rio de Janeiro.
 
Segundo Peres Júnior, a ferramenta de digitalização também será utilizada no trânsito de todas as notas fiscais e de despesas da rede de lojas."Antigamente, fazíamos a análise fiscal na loja, depois era enviada, via Correio ou malote, à matriz e retornava à loja. Esse processo levava de cinco a 10 dias. Agora, os documentos são enviados em arquivos digitalizados e, no máximo, em dois dias já concluímos a análise", enfatiza Peres Júnior.
 
De acordo com a rede varejista, não houve um investimento pela aquisição de equipamentos, já que o contrato é integralmente por prestação de serviços da contratada. Conforme indica a Acesso Digital, para os serviços prestados são cobrados R$ 400 mensais por cada loja.
 

"Neste caso, a implementação é ainda mais simples, pois a empresa acessa a nossa ferramenta via Internet e capta imagens com as máquinas já disponíveis na loja. Os documentos digitalizados ficarão disponíveis, em tempo real, em nosso portal, ou seja, não há necessidade de instalação de um novo software em todos os computadores da empresa", explica Diego Torres Martins, presidente da Acesso Digital.

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