Negócios

Relatório da Axis mostra três tendências em videomonitoramento

Um relatório da Axis Communications, realizado por meio de entrevistas de pesquisa qualitativa com parceiros da empresa em 68 países, mostra as tendências que vêm ganhando força no setor de videomonitoramento. Entre os destaques, estão o crescimento de ambientes híbridos, uso de outras fontes de dados que não o vídeo, e o reconhecimento facial.

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Os resultados da pesquisa destacam que a mudança de sistemas de servidor locais para arquiteturas híbridas continua em ritmo acelerado. Esse desenvolvimento é impulsionado pela necessidade de maior escalabilidade, processamento mais rápido e melhor utilização da largura de banda.

O modelo híbrido, que combina os recursos de processamento imediato da IA de borda em câmeras com a escalabilidade e o armazenamento de dados de longo prazo da nuvem, está se tornando a abordagem preferida de muitos. Esse equilíbrio permite que as organizações aproveitem os pontos fortes de ambas as tecnologias.

Integração de várias fontes de dados

Os entrevistados da pesquisa também concordaram que a integração de dados sensoriais adicionais, como áudio e fatores ambientais contextuais, para complementar os dados de vídeo melhorará a consciência situacional, fornecerá insights mais profundos e acionáveis e oferecerá uma compreensão mais completa dos eventos. Em última análise, isso revolucionará a segurança e a proteção, ao mesmo tempo em que elevará os recursos de inteligência de negócios.

A combinação de vários fluxos de dados permite uma detecção e previsão mais precisas de possíveis ameaças. Por exemplo, em cenários de emergência, a combinação de dados visuais com análise de áudio pode permitir que as equipes de segurança respondam com mais rapidez e precisão.

O reconhecimento facial ganha força

A pesquisa também destacou que o reconhecimento facial parece ter sido mais amplamente adotado em muitos países, apoiado pela introdução de novos regulamentos para ajudar a esclarecer como essa tecnologia pode ser aplicada de forma ética e fornecer uma estrutura para seu uso responsável.

Os especialistas entrevistados previram que o reconhecimento facial continuará a ganhar força globalmente, mas primeiro deve haver alinhamento com os regulamentos de privacidade e transparência sobre como a tecnologia funciona. As considerações éticas em torno do uso do reconhecimento facial continuam sendo um foco central, especialmente em regiões com leis rígidas de privacidade.

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