Segundo Instituto de Estadística espanhol, de 28,6% das pessoas que baixam arquivos da internet e utilizam banda larga móvel, 21,2% têm renda menor que R$2.398 contra 32,9% que possuem capital mensal maior que R$5.886.
O Instituto de Estadística espanhol divulgou um estudo que revela que os usuários de rendas mais altas baixam mais conteúdo da internet e que, quanto maior o nível educacional, mais o uso de internet móvel e mais uso de aplicações em P2P.
De uma porcentagem de 28,6% de pessoas que baixam conteúdos da internet, 21,2% destas têm uma renda mensal menor que €1.100 (R$2.398). Quem compartilha mais arquivos de música e filmes são aqueles cuja renda supera os €2.700 (R$5.886) e representam 32,9% da parcela.
Entre estes dois grupos aparecem outras segmentações intermediais, ou seja, as rendas mensais que estão entre €1.100 a €1.800 (R$3.924) e entre €1800 e €2.700. Em qualquer caso, a porcentagem de usuários que baixam arquivos aumenta constantemente conforme a renda.
A origem desta correlação pode estar em dispor de um acesso mais fácil à internet, que permite as pessoas com maior renda ter melhor conexão e, portanto, ter maior volume de arquivos. Outro motivo é o conhecimento mais profundo do funcionamento da rede, devido a estes usuários terem tido acesso há mais tempo.
Comparação
De acordo com o instituto, o uso da internet, em geral, está equilibrado. Nos últimos três meses, cerca de 11,6 bilhões de homens e 10,6 bilhões de mulheres utilizaram a rede. No entanto, se observa uma ruptura maior no uso da web através do celular. 24,6% do gênero masculino utiliza seu smartphone para se conectar, contra apenas 15,6% das mulheres que o fazem.
Isto quer dizer que quase um quarto dos homens no mundo já utilizam a tecnologia que mais foi comentada em 2010 e que mais tem futuro. As mulheres, em geral, veem a internet móvel mais como instrumento de trabalho e treinamento, enquanto que os homens veem como entretenimento.
*Informações de agências internacionais.

