Em meados de maio, surgiu o Plano Nacional de Banda Larga, que visa levar conexão a localidades sem rede, por até R$35.
Com a evolução da tecnologia e da internet, nada mais comum do que a população acompanhar o ritmo e, consequentemente, participar deste progresso. No entanto, em se tratando de um país como o Brasil, onde a tributação ainda é expressiva, uma faixa significativa de brasileiros ainda não possui acesso à rede.
Em muitos lugares, ainda há o monopólio das grandes operadoras, que se sentem a vontade para cobrar valores exacerbados, já que não há competição em áreas remotas. A partir desta situação, o Governo brasileiro tomou a decisão de oferecer inclusão digital nestas regiões para que o país possa acompanhar a evolução mundial.
Desde então, em meados de maio, surgiu o Plano Nacional de Banda Larga, nada original, por ser mais uma versão dos outros que surgiram em outros países, mas que promete levar a conexão a localidades sem rede, por um preço de até R$ 35.
As previsões eram para, ao mínimo, a Telebrás e seus parceiros atenderem 100 cidades iniciais, mas devido a atrasos, também por parte de homologações da Anatel, o Plano segue atrasado.
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