Nova agência no Complexo do Alemão oferecerá os produtos e serviços bancários como as demais agências do Santander, além de contar com um posto de atendimento de microcrédito.
O Santander inaugurou a primeira agência bancária do Complexo do Alemão, comunidade com cerca de 150 mil pessoas, localizada na Zona Norte do Rio de Janeiro. A iniciativa é reflexo do compromisso que o banco quer mostrar com a sustentabilidade – que contempla maior acesso à bancarização – e da parceria com o Grupo Cultural AfroReggae, organização não-governamental que oferece atividades socioculturais para jovens moradores de áreas carentes.
A nova agência do Complexo do Alemão oferecerá os produtos e serviços bancários como as demais agências do Santander, além de contar com um posto de atendimento de microcrédito. A proposta é gerar renda e emprego na própria comunidade. O Santander também estruturou um processo diferenciado de abertura de conta para os residentes. Por exemplo, flexibilizou a forma de comprovação de moradia. Além disso, alterou o valor base de renda para abertura de conta, que será de um salário mínimo.
A ação também faz parte do plano estratégico do Santander de reforçar sua presença no Estado e ter um relacionamento ainda mais próximo com a população fluminense. A capilaridade da rede de atendimento será ampliada com a abertura de 40 novas agências até 2011. “Há duas semanas, inauguramos uma agência em Laranjeiras. Nosso objetivo é estar onde nosso cliente está e oferecer produtos e serviços que atendam às suas necessidades e sejam adequados a cada estágio da sua vida”, afirma Robson Rezende, superintendente executivo de Rede – Expansão do Grupo Santander Brasil.
Atualmente, o banco tem 1,4 milhão de clientes e 576 pontos de atendimento no Estado, além de 2.300 caixas eletrônicos. De acordo com o vice-presidente executivo de Varejo do Santander, José Paiva Ferreria, o Rio de Janeiro recebeu R$ 6,2 bilhões em empréstimos no ano passado. “Deste total, R$ 2,3 bilhões foram destinados a empresas, estimulando o crescimento econômico da região, e R$ 3,9 bilhões foram emprestados para pessoas físicas, facilitando o acesso ao crédito para consumo”, relata o executivo.

