High-Performance Analytics e demanda por análises mais ágeis norteiam estratégia corporativa da companhia.
O SAS, fornecedor de soluções e serviços de inteligência analítica, escolheu a tecnologia High-Performance Analytics (HPA) como estratégia de crescimento central da companhia no Brasil nos próximos anos. O anúncio foi realizado em São Paulo em visita do CEO do SAS, Jim Goodnight, que ainda reafirmou o comprometimento da empresa no investimento contínuo na tecnologia de HPA para manter o mesmo ritmo de crescimento no mercado local.
Em 2011, as vendas de novas licenças da operação brasileira atingiram acréscimo de 30%, um aumento acima da média de 25% dos últimos três anos, sendo que os principais segmentos foram os mercados financeiros, seguros, de telecomunicação, Utilities e varejo & bens de consumo. De acordo com Goodnight, a demanda dos clientes locais por soluções de alta performance e o investimento do SAS neste setor contribuirão para a manutenção deste crescimento.
De acordo com estimativas da empresa, a quantidade de informação em âmbito global dobra a cada dois anos e a previsão até 2020 é que os dados armazenados cresçam 50 vezes. “O fenômeno Big Data criou uma nova corrida do ouro, onde o ganhador será aquele que souber tirar maior proveito desse grande volume de informações”, afirma Goodnight.
Segundo o executivo, um processador só pode fazer até dois bilhões de cálculos por segundo, portanto o SAS trabalhou de modo a usar vários processadores em paralelo para reduzir o tempo de análise. “Chamamos isso de análise in-memory, e ela permite cortar, por exemplo, o tempo de um processamento de 200 trilhões de cálculos que durava 18 horas para 15 minutos. O grande diferencial é que o processo ocorre dentro do banco de dados, eliminando a necessidade de carga de dados em estações de trabalho”, explica o CEO.
No Brasil
Com crescimento nas vendas de novas licenças no primeiro semestre de 2012, O SAS Brasil mantem-se na 6º posição no ranking mundial da empresa entre as maiores operações globais. “De longe, somos o país mais importante entre os emergentes e, também, entre os mercados dos BRICs. Dentro desses grupos, nós somos os únicos entre os dez maiores”, comemora Márcio Dobal, presidente do SAS para o Cone Sul (Brasil, Chile e Argentina).
De acordo com o executivo, um dos principais fatores do bom desempenho do primeiro semestre de 2012 foi a aposta na verticalização e na reestruturação dos times de vendas. Isso permitiu ao SAS um melhor atendimento aos clientes e foco em resultados. O executivo ainda destacou o investimento na qualificação dos colaboradores, que levou o SAS à 6º colocação no ranking de melhores empresas para se trabalhar em TI e Telecomunicações em 2012, de acordo com o Great Place to Work. No ranking geral, a empresa ocupa atualmente a 7º posição.

