Pesquisas

Seattle é a cidade dos EUA mais perigosa virtualmente

Pesquisa revela o ranking das cidades norte-americanas que mais possuem cibercrimes.

A cidade de Seattle, nos Estados Unidos, é a mais perigosa no que diz respeito a cibercrimes. O estudo é da empresa de segurança na internet, Symantec, que fez um ranking das 50 cidades norte-americanas mais suscetíveis ao crime online.
 
Além de Seattle, outras cidades que fazem parte do topo da lista são Boston, a capital Washington D.C., São Francisco e Raleigh, respectivamente. Atlanta, Minneapolis, Denver, Austin e Texas completam as dez primeiras. A pesquisa também revela as menos perigosas, como El Paso (49º), Memphis (48º) e a última da lista é Detroit (50º), tida como a mais segura na rede.
 
A cidade de Seattle, que conta com as companhias de tecnologia Amazon e Microsoft entre as empresas da área, foi posicionada como a cidade mais perigosa no mundo do cybercrime poque recebeu o número máximo de pontos em cada critério de análise, além de ter comportamento de risco identificado no caso dos hotspots WiFi. Segundo a Symantec, esse comportamento inclui compras online, transações bancárias via rede ou simplesmente passar muito tempo por dia conectado.
 
“Eu comparo com dirigir um carro", disse Dan Nadir, diretor de gerenciamento de produto da Symantec. "Quanto mais você dirige, maior o risco de um acidente. Se você está mais tempo online, precisa ser mais cauteloso. Assim como quanto mais você está na estrada, mais precisa se preocupar com o cinto de segurança e em ter seu airbag funcionando”.
 
De acordo com a consultoria Sperling’s Best Places, que também contribuiu com a pesquisa, coletou dados sobre a quantidade de ataques maliciosos, máquinas infectadas e zumbis de spam por região. Além disso, foram analisadas informações de atividades online com potencial de risco, como compras via internet e transações bancárias.
 
Outro ponto importante na pesquisa foi o número de hotspots Wi-Fi gratuitos, por cidade. "Wi-Fi é uma grande preocupação", lembra Nadir, "porque é algo que a maioria das pessoas não entende e muitas vezes nem sabe o que está por trás daquela antena ou até se ele é legítimo”.
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