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Seis previsões de cibersegurança para 2017

Especialistas em segurança da Symantec trazem tendências de ataques para este e os próximos anos.

CibersegurançaTodo ano, os cibercriminosos criam abordagens mais desenvolvidas para roubar dados das organizações e a indústria de segurança da informação enfrenta novos tipos de ameaças diariamente. Diante das constantes mudanças nesse cenário, é importante reservar um momento e determinar onde a indústria de segurança precisa focar sua atenção a partir de agora.

Symantec revela números finais de cibersegurança na Rio 2016

Veja os destaques que os especialistas da Symantec separaram:

IoT (Internet das Coisas)

  • A proliferação da Geração na Nuvem. Continuaremos a ver mudanças para um local de trabalho moderno, com as empresas permitindo que funcionários introduzam novas tecnologias como wearables, realidade virtual e dispositivos da Internet das Coisas conectados na rede, suportando uma força de trabalho cada vez mais dispersa, tudo isso possibilitado por aplicativos e soluções na nuvem. As empresas precisarão mudar seu foco da segurança de dispositivos de endpoint para a proteção dos usuários e informações em todas os aplicativos e serviços.
  • Carros conectados serão hackeados para solicitar resgates. Visto que os carros começam a ter recursos conectados, é apenas uma questão de tempo até que vejamos um ataque para hackear automóveis em grande escala. Isto pode incluir a detenção de carros para solicitar um pedido de resgate, carros sem motoristas sendo hackeados para obter a sua localização e sequestrá-los, vigilância não autorizada e coleta de informações, ou outras ameaças focadas em automóveis. Isso também levará a uma questão de determinar responsabilidades entre o fornecedor de software e fabricante de automóvel, que terá implicações de longo prazo sobre o futuro dos carros conectados.

Dinâmica da Geração na Nuvem define o futuro da empresa

  • A rede da empresa irá expandir-se e tornar-se cada vez mais indefinida e dispersa. Com uma força de trabalho cada vez mais móvel, a necessidade de proteger prioritariamente a rede local mostrará uma falta de visão a longo prazo da empresa. A exigência de firewalls para defender uma rede isolada torna-se desnecessária se ela estiver conectada na nuvem. Todas as empresas começarão a avançar para serviços baseados na nuvem e Wi-Fi, ao invés de investir em soluções de rede caras e desnecessárias.
  • Ransomware atacará a nuvem. A nuvem não é protegida por firewalls ou medidas de segurança mais tradicionais, de modo que haverá uma mudança em que as empresas precisarão defender seus dados. Ataques à nuvem podem resultar em prejuízos de vários milhões de dólares e perda de dados críticos, por isso, a necessidade de defendê-la se tornará ainda mais crucial.

Cibercrime

  • Malware sem arquivos aumentará. Infecções sem arquivo (fileless) – aquelas registradas diretamente no RAM de um computador sem o uso de arquivos de qualquer tipo – são difíceis de detectar e muitas vezes iludem os programas de antivírus e de prevenção de invasões. Este tipo de ataque aumentou ao longo de 2016 e continuará a ganhar destaque em 2017, provavelmente por meio de ataques PowerShell.
  • A exploração de Secure Sockets Layer (SSL) levará ao aumento de sites de phishing usando HTTPS. O aumento da popularidade de certificações SSL gratuitas combinado com a recente iniciativa do Google de rotular sites somente com HTTP como inseguros, enfraquecerá as normas de segurança, levando ao aumento potencial de programas de spear phishing ou malware, devido às práticas maliciosas de otimização do mecanismo de busca.
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