Relatório divulgado pela Nutanix mos que o setor financeiro já se rendeu às vantagens que podem ser exploradas ao se adotar o modelo de nuvem híbrida – hospedando cargas de trabalho em nuvem pública e privada. De acordo com o estudo elaborado junto a 2.650 tomadores de decisão, o setor lidera os demais na adoção deste modelo, mas é superado quando a questão é sobre diversidade de serviços hospedados em nuvem pública.
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O relatório Enterprise Cloud Index Report mensurou os planos das empresas financeiras para adotar nuvens privadas, públicas e híbridas. O relatório constatou que o setor financeiro supera todos os outros setores em implantações de nuvem híbrida – hospedando cargas de trabalho em nuvem pública e privada -, mas é superado por outros no uso de vários serviços de nuvem pública. Para o relatório, foi feita pesquisa com 2.650 decisores de Tecnologia da Informação e abrangeu as seguintes geografias: Américas; Europa, Oriente Médio e África (EMEA); e região Ásia-Pacífico (APJ).
A maioria das empresas de serviços financeiros deve seguir requisitos de regulamentação e mandatos governamentais. Não é de surpreender que 60% dos entrevistados tenham apontado a segurança como a maior influência nas estratégias futuras para nuvem. Além disso, como muitas organizações lutam para migrar cargas de trabalho entre ambientes, as empresas de serviços financeiros têm a porcentagem mais alta de datacenters tradicionais fornecendo aplicações importantes (59%). No entanto, diante da transformação digital, o setor enfrenta uma pressão crescente para modernizar a TI e tornar os serviços mais convenientes para os usuários finais. Juntos, esses fatores explicam por que quase 18% das empresas financeiras implementaram a nuvem híbrida, enquanto 51% planejam transferir o investimento para a nuvem híbrida em três a cinco anos.
Os resultados adicionais do relatório deste ano incluem:
- A flexibilidade de mover aplicações conforme necessário é fundamental. Quase 3/4 das empresas financeiras pesquisadas (71%) compartilharam seus planos de mover um ou mais aplicações em execução em uma nuvem pública de volta ao local. No setor de serviços financeiros, os requisitos regulatórios estão em constante evolução, o que significa que as empresas devem acompanhar as mudanças nos regulamentos que determinam onde essas empresas podem armazenar e gerenciar seus dados. Os entrevistados também classificaram a nuvem híbrida como o modelo operacional de TI mais seguro (27% do tempo), sinalizando a importância da flexibilidade, juntamente com a segurança, neste ambiente em constante mudança;
Percentual das empresas que moveram ou que planejam mover suas aplicações da nuvem pública para infraestrutura ‘on-premise’
- O futuro do trabalho e da transformação digital desempenha um papel nas decisões de infraestrutura dos setores financeiros. Os serviços financeiros selecionaram “suporte para usuários remotos/ filiais” como motivador para decisões na nuvem em quase 30% das vezes, uma porcentagem significativamente maior do que as médias entre setores, apontando para o cenário cada vez mais remoto do local de trabalho e o papel da transformação digital no cliente experiência. No curto prazo, os entrevistados listaram a falta de adoção decorrente de preocupações com ferramentas emergentes para gerenciar ambientes híbridos (66%), falta de habilidade em nuvem híbrida (30%) e falta de habilidade em desenvolvimento nativo da nuvem (23%);
- Segurança é fundamental para conformidade e regulamentação. Os dados mostraram que as empresas financeiras estão executando a maior porcentagem de datacenters hoje, com pouco mais de 59% delas adotando essa estrutura. A contabilização dessa tendência se deve, em parte, à insatisfação com a nuvem pública, com apenas 39% das empresas de serviços financeiros relatando que os serviços em nuvem pública estavam atendendo completamente às suas expectativas.
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