O portfólio de serviços OpenScale chega ao Brasil com promessa de crescer 30% ainda este ano.
A Siemens Enteprise Communications, braço de soluções de comunicações corporativas do grupo, lança no Brasil o OpenScale, linha de serviços de gerenciamento de redes e profissionais de IP. Com isso, a empresa espera crescer cerca de 30% em 2008.
Segundo João Fabio de Valentin, diretor de serviços e soluções da empresa, tudo o que for oferecido para o segmento estará sob uma única marca. “Todas as ofertas do portfólio foram alinhadas com o OpenScale, resultando em um pacote modular e consistente para atender às demandas de comunicação unificada e serviços IP dos clientes”, afirma.
No Brasil, cerca de 5 milhões de reais foram investidos em infra-estrutura, certificações dos profissionais, consultoria em ITIL e na aquisição de ferramentas da CA, especializada em gerenciamento de redes e aplicações. Segundo Valentin, os aportes realizados desde 2004 capacitam o centro de suporte no País para a prestação dos serviços OpenScale para toda a América Latina.
Com uma carteira superior a 100 clientes corporativos, o Network Operation Center (NOC), localizado em São Paulo, atua de forma preventiva para garantir a disponibilidade e o desempenho da infra-estrutura e das aplicações de comunicação, abrangendo redes VoIP, aplicações de colaboração e mobilidade. “O OpenScale suporta de forma consistente todo o portfolio de comunicações unificadas para o mercado corporativo. Atuamos desde a consultoria, passando pelo design da solução, gerenciamento de projetos e monitoramento pró-ativo das redes e aplicações. Tal estratégia resulta em disponibilidade, cumprimento dos SLAs (acordos de níveis de serviços) e menores riscos para nossos clientes”, destaca o Valentim.
Caso de sucesso
No Brasil, um dos casos de sucesso que se tornou referência mundial é o da Melitta, hoje uma das 100 maiores indústrias alemãs com subsidiárias em diversos países. O primeiro projeto realizado na companhia foi a interligação de voz e dados dos escritórios da Avenida Paulista, em São Paulo, e das cidades de Avaré, Guaíba, Farroupilha e Bom Jesus por meio de uma rede MPLS. O problema a ser solucionado na primeira etapa era a dificuldade em gerenciar uma planta antiga, que resultava em facilidades não homogêneas para os usuários, não otimizadas e de custos altos. O serviço prestado contempla a uniformização, atualização da planta para VoIP (modelo de serviços), monitoramento centralizado 24×7 no NOC, além de toda a tarifação da rede e gerenciamento de nível de serviços por meio da apresentação de relatórios executivos mensais.

