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SonicWall detecta mais de 9 bilhões de ataques de malwares em 2017

Em seu relatório, empresa destaca um aumento de 18,4% nos ataques, mesmo com a queda do ransomware.

A SonicWall, empresa especializada em segurança da informação, registrou mais de 9,32 bilhões de ataques por malware em 2017, com mais de 12 mil novas vulnerabilidades comuns. Os dados estão no novo Relatório de CiberAmeaças 2018 da empresa, que destaca o aumento de 18,4% dos ataques em relação a 2016 e se transforma no risco número um para os negócios.

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O ransomware, que os especialistas acreditavam que roubaria a cena, teve redução de ataques de 638 milhões para 184 milhões entre 2016 e 2017, uma queda de 71,2%. Regionalmente, as Américas foram o continente mais afetado, recebendo 46% de todas as tentativas de ataques de ransomware no ano passado.

Enquanto o volume total de ataques ransomware apontou queda significante durante o ano que passou, o número de variantes desse malwares mais que dobraram, com a SonicWall detectando 2,8 mil novos ransomware em 2017. A previsão é que novos códigos sejam direcionados para dispositivos conectados e móveis em 2018.

O tráfego web criptografado por padrões SSL/TLS é outra preocupação, pois os cibercriminosos se escondem por meio deles. Houve aumento de 24% desse tipo de tráfego, que representou 68% do total da Internet em 2017. Como resposta, as organizações estão começando a implementar controles de segurança, como inspeção de pacotes (DPI) de tráfego SSL/TLS.

Por outro lado, a ação de polícias nacionais e internacionais tem ajudado a romper a cadeia de suprimentos de malware e o surgimento de novos hackers, segundo o relatório. A aplicação da lei está fazendo com que os criminosos sejam mais cuidadosos, utilizando incluindo carteiras de criptomoedas dinâmicas e transações em diferentes moedas.

De acordo com a SonicWall, técnicas de sandbox tem se tornado ineficazes quando se analisa códigos modernos de malware. A solução é a inspeção profunda de memória em tempo real, de forma rápida e precisa, possibilitando mitigar ataques sofisticados, onde o armamento mais protegido dos códigos de malware são expostos em menos de 100 nanossegundos.

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