Além da redução substancial nos preços das soluções Sophos para esse mercado, a CLM incorporou financiamento em até 36 meses.
A CLM, distribuidora de valor agregado, e a anglo-americana Sophos, anunciam nova estratégia para o mercado brasileiro. As duas passam a oferecer soluções completas de segurança, a baixo custo e financiadas, para empresas de pequeno e médio porte. A Sophos, além de melhorar a performance das suas UTMs, do inglês Unified Threat Management, de pequeno e médio portes (UTMs de 100 até 320), reduziu substancialmente seu preço. E a CLM acoplou no pacote uma solução financeira que permite parcelar a compra em até 36 meses.
“Queremos atingir o mercado de pequenas e médias, onde se espera um crescimento substancial”, avalia o CEO da CLM, Francisco Camargo.
A meta para 2014 é chegar à casa dos 100% de crescimento nas vendas das soluções Sophos, investindo no mercado de PME e aumentando o volume de negócios com empresas médias. “Vale lembrar que com a redução substancial dos preços para toda a linha e a atualização da performance dos equipamentos maiores, continuaremos a trabalhar mais agressivamente no mercado corporativo e também a oferecer soluções financeiras adequadas para grandes empresas”, acrescenta Camargo.
Outra novidade é a simplificação do processo pré-vendas e suporte das soluções Sophos, uma vez que os hardwares de última geração vêm com o gerenciamento simplificado.
Para o Diretor para a América Latina da Sophos, Joost De Jung, cresce a consciência entre os CIOs e a alta administração de que a maioria das empresas brasileiras está bastante vulnerável em termos de cyber ataques e que este fato cria um ambiente propício ao roubo de informações, perdas financeiras e de imagem.
“Os criminosos chegam a utilizar os servidores das empresas como zumbis para atacar outras. Para organizações de qualquer tamanho, a Segurança da Informação esta deixando de ser uma opção para se tornar uma obrigação, um ‘Must have’, o que faz prever um crescimento exponencial do mercado de segurança nos próximos anos”, explica De Jung.

